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Pedro Nobre nomeado vereador a tempo inteiro na Câmara do Cartaxo

Oposição critica delegação de poderes no presidente para decidir sozinho sobre contratação de serviços e adjudicação de obras até ao valor de 748 mil euros.

Edição de 02.11.2017 | Política

Pedro Nobre é o novo vereador a tempo inteiro na Câmara do Cartaxo, juntando-se a Pedro Magalhães Ribeiro (presidente), Fernando Amorim (vice-presidente) e Elvira Tristão (vereadora) na maioria socialista que vai gerir o município no mandato 2017/2021. A nomeação de Pedro Nobre foi aprovada na primeira sessão camarária deste mandato que se realizou no dia 16 de Outubro.
Pedro Ribeiro fica com os pelouros da Protecção Civil, Obras e Equipamentos Municipais; Desenvolvimento Económico e Social; Educação e Juventude; Águas e Saneamento; Gabinete de Comunicação; Gabinete de Apoio aos Órgãos Autárquicos e Gabinete Jurídico.
Os pelouros do vice-presidente, Fernando Amorim, são Gestão e Finanças e Recursos Humanos. A vereadora Elvira Tristão vai ficar responsável pelas áreas da Cultura; Acção Social e Saúde. A Pedro Nobre cabem os pelouros do Planeamento e Administração Urbanística; Recolha de Resíduos e Limpeza Urbana; e Gestão e Manutenção dos Espaços Verdes.
Depois de em Fevereiro deste ano ter ficado sem chefe de gabinete, uma vez que Vasco Casimiro saiu para trabalhar no Ministério da Economia, Pedro Ribeiro nomeou agora Andreia Elvas para o cargo de chefe de gabinete. O adjunto do presidente continua a ser Carlos Cláudio e os secretários do Gabinete de Apoio ao Presidente são Estela Gabirro e José Sobreiro.
Os vereadores da Coligação Juntos pela Mudança (PSD/Movimento Nós, Cidadãos), Jorge Gaspar e Nuno Nogueira, criticaram o facto da maioria socialista ter viabilizado a delegação no presidente do município da competência para decidir sozinho sobre empreitadas, contratação de serviços e adjudicação de obras até ao valor de 748 mil euros.
“Esta concentração de poderes na figura do presidente constitui uma prática que enfraquece a discussão política sobre os projectos estruturantes para o futuro do concelho do Cartaxo, menoriza o papel do executivo municipal e dos seus vereadores e consubstancia um rude golpe na tão apregoada ‘transparência’ da gestão municipal”, acusaram.

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