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“Hoje o grande desafio é gerir o nosso tempo e as prioridades diárias”

“Hoje o grande desafio é gerir o nosso tempo e as prioridades diárias”

Isabel Vieira é assistente executiva da CTR de Samora Correia. Ser genuína e honesta, saber ouvir, ter humildade, honrar os compromissos e ter competências de gestão são os seus valores principais.

Edição de 08.11.2017 | Identidade Profissional

O maior desafio nos tempos que correm, para os empresários, é saber gerir o tempo face à rapidez com que os negócios acontecem. A ideia é defendida por Isabel Vieira, assistente executiva do presidente e CEO da CTR – Consultoria, Técnica e Representações, de Samora Correia, concelho de Benavente. Isabel é também responsável da direcção de marketing e comunicação daquela empresa.
“O maior desafio na profissão é a gestão de tempo face à rapidez com que tudo acontece nos negócios. Hoje em dia essa rapidez pode não nos permitir a paragem e reflexão necessárias para ter uma visão macro e abrangente do negócio. É preciso antecipar cenários e tomar as melhores decisões que estão disponíveis. O desafio é gerir o nosso tempo e as prioridades diárias face à velocidade a que as coisas acontecem. Os empresários precisam de saber isso. É fundamental. Parar, olhar e ver onde estamos e para onde queremos ir”, defende a O MIRANTE.
Isabel Vieira tem 41 anos e apesar de não ser natural de Samora Correia já se vê como uma pessoa da terra, já que é naquela cidade ribatejana que passa a maior parte do tempo. “Vim cá parar por questões profissionais, em 2003, quando a empresa transferiu as suas instalações fabris para cá. Samora Correia é uma cidade cada vez mais bonita, de boa gente, inserida na paisagem da nossa lezíria ribatejana. Já me sinto como fazendo parte dela, já vou conhecendo as pessoas e os costumes. É um carinho que vai crescendo”, confessa. A responsável não tem dúvidas que Samora Correia é uma terra “com grande potencial de crescimento” e de captação de indústria no futuro.
Da infância guarda boas memórias e quando era pequena queria ser arquitecta ou designer. Acabou profissionalmente a não ser nenhuma das duas, apesar do gosto pelas artes se manter. “Guardo muitas e boas memórias da minha infância. Os verões eram longos. Não sei se foi uma infância melhor ou pior do que a dos miúdos de hoje, mas diferente foi certamente. Eu brincava muito na rua. As crianças hoje vivem e brincam muito à base das novas tecnologias. E isso pode ter implicações na forma como olham para o mundo e se relacionam com os outros”, nota.

Humildade e saber ouvir
A CTR é uma empresa que fabrica e desenvolve produtos, tecnologia, design e projectos nas áreas da ambientação e controle de insectos para empresas detentoras de marcas. A empresa foi fundada em 1991 por Pedro Queiroz Vieira, que já tinha experiência na indústria de componentes electrónicos. Começou por produzir peças eléctricas mas cedo se virou para a área de ambientação e higiene. Actualmente fabrica dispositivos de dispensar perfume, insecticidas, ambientação, produtos de higiene e está a entrar na categoria do cuidado e higiene pessoal. Se tem um ambientador doméstico ou um insecticida em casa o mais provável é que tenha nascido na CTR. A empresa tem mais de 40 patentes em 15 países. Em 2016 recebeu o Galardão Empresa do Ano, iniciativa de O MIRANTE e da Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém.
“A CTR tem sido o projecto profissional mais sério em que trabalhei até hoje. Quando estudava na faculdade ainda tive uns empregos mais próprios da idade, cheguei a ser responsável de loja num centro comercial em Oeiras, trabalhei em publicidade e na promoção de produtos e apoio a eventos. Aprendi muito nesse percurso”, partilha.
Ser genuíno e honesto, saber ouvir, ter humildade, saber honrar os compromissos e ter competências de gestão são os seus valores principais. “Nos negócios a comunicação é importante. É preciso saber comunicar. Gosto do que faço e o meu desejo profissional é continuar a fazer parte de algo que é maior que eu”, refere.

“Hoje o grande desafio é gerir o nosso tempo e as prioridades diárias”

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