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Vereadores da oposição abandonam reunião da Câmara de Azambuja

Vereadores da oposição abandonam reunião da Câmara de Azambuja

Eleitos da coligação liderada pelo PSD agiram em protesto por não ter sido incluída uma proposta sua na ordem de trabalhos e também por não concordarem com o horário da sessão.

Edição de 08.11.2017 | Política

Os vereadores da Câmara de Azambuja Maria João Canilho e Rui Corça, eleitos pela coligação PSD/MPT/PPM, abandonaram a reunião do executivo de terça-feira, 7 de Novembro, por não ter sido incluída na ordem do dia uma proposta sua e por a reunião se realizar fora do horário estabelecido no regimento das reuniões aprovado na reunião anterior.
A proposta da oposição foi, segundo o presidente do município, Luís de Sousa (PS), apresentada após o prazo limite estipulado para a entrega das mesmas e, por isso, não foi incluída na ordem do dia. “Ainda disse aos senhores vereadores que podia entrar na próxima sessão mas eles não concordaram”, justifica o presidente. A proposta defendia uma alteração no funcionamento das sessões em que deveria passar a ser dada palavra aos munícipes que chegassem a qualquer altura e ainda tempo adicional aos vereadores para lhes responderem.
Maria João Canilho e Rui Corça também não concordaram com o horário em que se realizou a reunião de terça-feira, às 15h00, que consideram não ter sido “regularmente convocada”, e por isso opuseram-se à realização da mesma, o que não foi tido em conta. Na primeira reunião deste mandato, no dia 24 de Outubro, os dois vereadores tinham proposto que as reuniões passassem a realizar-se às 17h00. Não havendo consenso entre o executivo, foi aprovado o horário das 10h00, que desta vez também não foi cumprido, o que levou os vereadores a recusarem permanecer na sala.
No final da sessão de terça-feira o horário anteriormente aprovado foi alterado e as reuniões voltam a realizar-se no horário do mandato anterior, quinzenalmente às terças-feiras, pelas 15h00, nos Paços do Concelho ou no Auditório do Município e às 17h00 quando forem deslocadas para as restantes freguesias.

Quem toma conta do quê na Câmara de Azambuja
Com o PS a governar com maioria absoluta a Câmara Municipal de Azambuja, o presidente Luís de Sousa não precisou de negociar pelouros com os vereadores da oposição PSD e CDU. Na hora de distribuir as áreas de intervenção, que foram anunciadas na sexta-feira, 27 de Outubro, o presidente ficou com o Urbanismo e Ordenamento do Território, Fiscalização e Contraordenações, Finanças, Organização e Modernização Administrativa, Relações Externas, Protecção Civil Municipal, Projectos e Empreitadas e Juntas de Freguesia.
Quanto aos vereadores do PS, Sílvia Vítor ficou com os pelouros da Educação, Intervenção Social (incluindo Habitação Social), Saúde, Emprego, Juventude e Ocupação dos Tempos Livres, Desporto e Recursos Humanos. Silvino Lúcio tutela a Água e Saneamento, Resíduos Sólidos e Reciclagem, Ambiente, Parques e Jardins, Iluminação Pública, Mercados e Feiras, Cemitérios, Controlo da População Animal e Profilaxia, Obras por Administração Directa, Transportes e Oficinas; Sinalização e Trânsito e Segurança.
O terceiro vereador socialista a tempo inteiro, António José de Matos, fica responsável pela Cultura, Património Cultural, Turismo, Colectividades, Fundos Comunitários e Desenvolvimento Económico, Património, Poluição Sonora e Atmosférica, Reabilitação Urbana, Promoção e Desenvolvimento.

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