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Falta fazer uma nova travessia sobre o Tejo que ligue a A23 à margem sul

Falta fazer uma nova travessia sobre o Tejo que ligue a A23 à margem sul

Maria do Céu Albuquerque nascida a 10/7/1970, Presidente da Câmara de Abrantes
Edição de 16.11.2017 | Aniversário

O que não aconteceu na região nos últimos trinta anos e deveria ter acontecido?

A construção de uma nova travessia sobre o Tejo que ligue a A23 à margem sul. A fixação de população e o seu rejuvenescimento.

Onde residia há trinta anos? Como era a terra nessa altura? O que é que gostava que voltasse a ser como era?

Vivia em Casais de Revelhos e estava de saída para Coimbra, para estudar na Universidade. Gosto mais de pensar no que “gostava que venha a ser”. No futuro que, como nos ensinou Maria de Lourdes Pintasilgo, começa hoje e está nas nossas mãos.

Se voltasse a ter trinta anos e soubesse o que sabe hoje o que faria diferente?

O tempo não volta atrás. Não me arrependo de nada nem faria diferente. Estou expectante dos próximos 30 anos e aí terei oportunidade de fazer o que me faltou e o que gostaria de fazer diferente.

Viveu bem a sua juventude?

Bem, no quadro das oportunidades que vivi.

Lembra-se de alguma decisão pessoal importante que tenha tomado ou sido obrigada a tomar por altura dos trinta anos ou nos últimos trinta anos? Qual foi e que efeitos teve na sua vida?

Há 30 anos estava no 12.º ano a escolher o meu percurso académico, o que veio a condicionar/potenciar os 30 anos seguintes.

A ponte Salgueiro Maia foi inaugurada em Junho de 2000, a A23 foi concluída em 2003, a extinção das lixeiras a céu aberto foi há menos de vinte anos, os novos hospitais de Tomar e Torres Novas foram inaugurados no início do século. Lembra-se do que pensou na altura?

Destes acontecimentos registei, e registo, o seu impacto e importância na melhoria da qualidade de vida dos ribatejanos.

Portugal aderiu à CEE (actual União Europeia) há pouco mais de trinta anos. Como acha que seria actualmente o país se essa adesão não tivesse acontecido?

Continuaríamos orgulhosamente sós.

Há quantos anos conhece O MIRANTE? Que relação tem com o jornal e que alterações lhe faria para gostar mais dele?

Não consigo precisar. Sou uma leitora assídua. Tudo o que for feito para aprofundar o jornalismo de proximidade é, em minha opinião, uma excelente aposta a favor das comunidades locais e do crescimento das regiões.

Falta fazer uma nova travessia sobre o Tejo que ligue a A23 à margem sul

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