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Museu do Neo-Realismo é uma homenagem à cultura do século XX

Museu do Neo-Realismo é uma homenagem à cultura do século XX

Edição de 16.11.2017 | Aniversário

Edição 25-10-2007. O abraço sentido do escritor Arquimedes da Silva Santos ao filho de Alves Redol, António Mota Redol, ilustrou a emoção. O novo Museu do Neo-Realismo, inaugurado no dia 20 de Outubro de 2007, em Vila Franca de Xira, era um sonho com 20 anos e a sua concretização foi o fim de um árduo caminho. A mesa, a cadeira, a máquina de escrever, os manuscritos e a boina de Redol remetem alguns amigos para momentos profundos. Há emoção na troca de olhares que rompe os cordões de segurança montados para proteger o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. A confusão obriga a gestora do protocolo a pedir mais cadeiras para as entidades oficiais. Na primeira fila, Dias Lourenço, destacado comunista e Maria Barroso Soares, mulher do antigo Presidente da República, seguem atentamente a cerimónia. A maior ovação foi quando se pronunciou o nome de António Redol. O filho do autor de Gaibéus não conseguiu dar voz ao discurso que escreveu e foi a presidente da câmara, Maria da Luz Rosinha, que procedeu à leitura com alguns momentos de humor que aliviaram o ambiente tenso da cerimónia.

Museu do Neo-Realismo é uma homenagem à cultura do século XX

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