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Infraestruturas de Portugal autoriza nova rotunda no Porto Alto mas não paga a despesa

Câmara de Benavente é que fez o projecto para intervenção na Estrada Nacional 10 e as obras devem ser pagas por empresas privadas. A empresa pública que tutela as estradas nacionais limitou-se a anuir e a dizer que não tem dinheiro para isso.

Edição de 16.11.2017 | Sociedade

A empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) não tem verbas para ajudar a pagar a construção de uma rotunda na Estrada Nacional 10 no Porto Alto, no cruzamento próximo do Modelo, mas já aprovou o projecto para a obra que a Câmara de Benavente apresentou há quase um ano e cujos custos deverão ser suportados por algumas empresas do concelho. Resta agora à autarquia voltar a falar com as empresas e ver se ainda estão disponíveis para financiarem a empreitada.
As negociações sobre a rotunda começaram há cerca de dois anos com a câmara a pedir à IP que desenvolvesse o projecto para a sua construção. Passaram vários meses, sem resposta, até a autarquia decidir avançar com a elaboração do projecto. Quando foi pedido à IP que fosse parceira da obra, “também nos foi dito que não havia condições financeiras para isso”, explicou o presidente do município, Carlos Coutinho (CDU), na última reunião do executivo.
Perante a resposta da IP, Carlos Coutinho diz que está na hora de voltar a falar com as empresas que na altura se mostraram disponíveis para financiar a intervenção. Contam-se entre essas empresas quatro das que estão próximas do cruzamento onde surgirá a rotunda: o Continente Modelo, a Frusantos, a Mota Engil e o Centro POAO.

Troço urbano de Samora é outra das prioridades
Carlos Coutinho alertou que a reabilitação da EN118 no troço urbano de Samora Correia é outra das questões mais urgentes para a câmara. “O pavimento está completamente degradado e se tivermos um Inverno com a chuva necessária para ajudar à seca que vivemos temo que surjam algumas complicações no trânsito diário em Samora Correia”, alertou, acusando o actual Governo de fazer “poucos investimentos públicos” para, com essa contenção, “tentar repor alguma estabilidade socioeconómica” no país.


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