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Árvores plantadas em Tomar não são adequadas ao meio urbano

Árvores plantadas em Tomar não são adequadas ao meio urbano

PSD apresentou recomendação para corrigir o que não está bem

Edição de 23.11.2017 | Economia

Muitas das árvores plantadas nas zonas urbanas de Tomar não são adequadas ao meio urbano e a presidente do município está disponível para criar um plano de gestão das árvores em espaço urbano e abrir uma verba em orçamento para esse efeito. Anabela Freitas respondeu desta forma à recomendação dos vereadores do PSD, na última reunião de câmara, que consideram que a requalificação de espaços exteriores é uma boa oportunidade para corrigir certas situações. “Todos sabemos que as árvores existentes em Tomar são, em geral, muito antigas e não estão no melhor estado. Muitas vezes parece que estão bem mas com o vento ou grandes chuvadas podem cair ou os seus ramos”, afirmou José Delgado.
O autarca social-democrata referiu que é muito importante que os especialistas estudem o tipo de árvore a implantar, as substituições que se devem fazer, quer devido à sua idade, quer devido à sua inadequação em relação ao local onde estão implantadas. “Devem ser canalizadas verbas para resolver este problema”, disse.
Anabela Freitas concordou com os argumentos na recomendação apresentada pelo PSD e explicou que, não existindo recursos próprios na autarquia para desenvolver este trabalho, terão que recorrer a uma empresa externa. A autarca esclareceu ainda que este é um assunto que deverá ser acompanhado pela Comissão do Ambiente criada no âmbito da assembleia municipal.
“Podemos substituir as árvores que não são adequadas e escolher espécies adequadas ao meio urbano. Além disso, muitas árvores estão a criar muita pressão nas estruturas, nos canos, de algumas artérias da cidade”, explicou Anabela Freitas.

Ramo de árvore atingiu cidadão que acabaria por morrer
Esta recomendação dos vereadores do PSD surgiu após o acidente que aconteceu no dia 9 de Agosto com a queda do ramo de uma árvore na Praceta Alves Redol que atingiu um cidadão que acabou por falecer cerca de dois meses após o acidente.
Anabela Freitas esclareceu que tanto ela como o vice-presidente do município, Hugo Cristóvão, acompanharam sempre o estado de saúde da vítima e que aguardam um relatório que comprove a relação causa-efeito entre o acidente e a sua morte.
Também o vice-presidente, Hugo Cristóvão (PS), explicou que ao longo dos últimos quatro anos têm vindo a substituir algumas árvores plantadas nos recintos escolares. “Algumas raízes de choupos destroem canos de água. Para as substituir têm plantado árvores de fruto que tem uma componente pedagógica junto das crianças”, disse.

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