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Banda Operária Torrejana de portas abertas à comunidade
Rosário Marcelino é presidente da colectividade desde 2010

Banda Operária Torrejana de portas abertas à comunidade

Presidente da direcção gostava que os sócios participassem de uma forma mais activa na vida da colectividade. Associação celebrou no final do mês passado 144 anos.

Edição de 23.11.2017 | Sociedade

A presidente da Banda Operária Torrejana (BOT), Rosário Nalha Marcelino, quer que os cerca de quatrocentos sócios participem mais nos projectos dinamizados pela colectividade. “O importante é abrir as portas da nossa sede em Torres Novas a toda a comunidade que nos acarinha e dinamizar os projectos que garantem o futuro da Banda Operária Torrejana”, disse a dirigente a O MIRANTE.
A filarmónica torrejana foi fundada oficialmente em 1873, este ano comemorou 144 anos no dia 29 de Outubro, num espectáculo onde marcaram presença as direcções das oito bandas existentes no concelho de Torres Novas. Uma presença gratificante, sublinhou Rosário Marcelino, “porque incentiva a competição salutar e a união entre as bandas que existem para unir a comunidade”.
A BOT tem vinte músicos, com idades entre os 12 e os 69 anos. Pedro Correia é o maestro residente e também coordenador na escola de música da colectividade que conta com quarenta alunos e quatro professores. Ali são asseguradas aulas de metais, flauta, percussão, guitarra e piano.
Rosário Marcelino diz que o trabalho e dedicação da direcção da BOT, a contribuição dos sócios e a ajuda da Câmara de Torres Novas garantem a base financeira da instituição. A participação nas iniciativas promovidas na cidade, como a feira medieval, onde marcam presença desde a primeira edição, espectáculos de danças de salão e noites de fados são importantes para angariar receitas com vista ao desenvolvimento de novos projectos. Todas estas iniciativas, adianta Rosário, contam com a colaboração de voluntários, regra geral, os pais dos alunos da escola de música.

Escola de música é garantia de futuro
Há dois anos iniciaram o projecto PAM - Primeira Aula de Música; destinado a crianças com idades entre os três e os cinco anos, abrindo caminho à entrada de novos elementos na escola de música da Banda (que acontece aos cinco anos). “É uma forma de garantir o futuro da Banda Operária Torrejana”, diz Rosário Marcelino, que acredita que o talento também se faz com trabalho e dedicação.
A Banda Operária Torrejana já tem agendadas as próximas actuações. No dia 8 de Dezembro vão participar no aniversário da banda do Outeiro Grande, também no concelho de Torres Novas, e no dia 16 de Dezembro participam nas “audições da música”, iniciativa inserida na proposta “Aqui há Natal”, que vai decorrer na cidade.
Rosário Marcelino assumiu a presidência da direcção da BOT em 2010 e destaca que este ano, se deixar o cargo, visto que vai haver eleições para eleger nova direcção, sai de coração cheio por ter contribuído para a dignificação da mais antiga banda do concelho de Torres Novas e por considerar que estão reunidas as condições para o futuro da BOT.

Dirigente associativa e autarca

Rosário Nalha Marcelino nasceu na Chamusca, em 1968. Viveu com os pais em Loures, Amadora, Vila Franca de Xira e Riachos (onde integrou o rancho folclórico local). Depois de casar radicou-se em Torres Novas, onde reside com o marido e duas filhas. Rosário é administrativa numa empresa de contabilidade. É tesoureira da Junta de Freguesia de Santa Maria, Salvador e Santiago. É presidente da direcção da Banda Operária Torrejana desde 2010.

Banda Operária Torrejana de portas abertas à comunidade

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