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A Quinta da Cardiga teve o seu tempo e esse tempo acabou

Edição de 06.12.2017 | O MIRANTE dos Leitores

Não sei se a empresa dona do que resta da Quinta da Cardiga, na Golegã, vai conseguir fazer a urbanização de moradias de que fala O MIRANTE, na zona das antigas instalações de apoio da exploração agrícola que estão em ruínas, e se isso vai ajudar ou não a atrair interessados na compra do palacete junto ao Tejo que está abandonado e a degradar-se. O que eu sei é que o tempo em que aquilo era uma grande exploração agrícola onde trabalhavam centenas de pessoas já acabou há décadas.
Lamentar o fim do que existiu, se é que alguém lamenta, não vale de nada. O tempo passa e tudo muda. As terras agrícolas continuam a ser semeadas pelo que me apercebo. Outras foram utilizadas para outros fins, nomeadamente infra-estruturas como estradas.
Se houver solução para evitar que fique um campo de edifícios em ruínas onde eram cavalariças, cocheiras, armazéns e habitações de famílias de trabalhadores, será uma excelente notícia. Se o palácio vier a ter algumas utilização é excelente porque é uma casa com história, é outra boa notícia. Pelas minhas contas qualquer solução vai demorar mais meia dúzia ou uma dúzia de anos a ser implementada.

Tiago Romeira

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