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Sem obras no polidesportivo do Bom Retiro teria havido uma “catástrofe”
DEMORA. Obras estão a ser demoradas e a segunda fase só avança no próximo ano

Sem obras no polidesportivo do Bom Retiro teria havido uma “catástrofe”

Concurso público permitirá concluir obras em 2018. Moradores queixam-se do arrastar dos trabalhos mas a Câmara de Vila Franca de Xira pede compreensão.

Edição de 06.12.2017 | Sociedade

Sem os trabalhos de contenção do velho polidesportivo do Bom Retiro em Vila Franca de Xira teria havido “uma catástrofe” com as primeiras chuvas do ano. A ideia foi defendida por Alberto Mesquita (PS), presidente do município, que diz compreender a posição dos moradores que, ao fim de quase seis meses, continuam à espera que as obras terminem.
“O polidesportivo estava a deslizar porque os terrenos pareciam pudim. Fazer aquela obra foi a única maneira de não colocar em perigo as casas das pessoas. Um destes dias a terra iria entrar pelas janelas das casas e isso seria uma catástrofe. Daí a necessidade dos muros de contenção para que não hajam mais problemas no futuro”, referiu o autarca, numa das últimas reuniões públicas de câmara.
O autarca diz que era “urgente” retirar carga daqueles terrenos. “Numa segunda fase vamos reabilitar toda a zona. Mas há momentos em que as obras têm estas dificuldades”, reconheceu Mesquita. Para o local está prevista a construção de um novo polidesportivo, no terreno adjacente ao parque de estacionamento, e a empreitada – cujo concurso público deverá começar entretanto – contemplará também o arranjo de todos os espaços verdes. O avanço da segunda fase da obra só ocorrerá em 2018.
Enquanto isso, os moradores da zona vão manifestando o seu desagrado pela demora nos trabalhos. A obra até começou bem e a bom ritmo mas um conjunto de “problemas graves no solo” obrigaram a cuidados reforçados. Quem vive paredes-meias com a obra inacabada queixa-se sobretudo das areias e pó que são levantados nos dias de vento e que sujam varandas, estores, janelas e a roupa.
Muitos moradores esperam que quando o recinto esteja pronto a sua gestão passe para as mãos de uma associação desportiva do bairro, que permita manter um maior controlo sobre a sua utilização para evitar o vandalismo que destruiu o anterior polidesportivo.

Sem obras no polidesportivo do Bom Retiro teria havido uma “catástrofe”

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