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Velório da jovem de Fazendas de Almeirim interrompido por ordem do tribunal

Edição de 13.12.2017 | O MIRANTE dos Leitores

Uma cidadã de 33 anos de Fazendas de Almeirim morre no Hospital de Santarém, na sequência de uma Angio-TC Coronária que estava a fazer no Centro Hospitalar de S. Francisco em Leiria (Unidade de Saúde Privada do grupo SANFIL Medicina) e o corpo é entregue para ser feito o funeral sem ser feita uma autópsia? Não sei qual o procedimento habitual mas, se por acaso é este, dá que pensar. Porque não se quiseram apurar as causas da morte?
Felizmente as pessoas vão estando mais informadas e querem saber a verdade. Merecem a minha admiração os elementos deste família que, apesar do desgosto, conseguiram reagir a tempo de serem apuradas responsabilidades. Pode não ter ocorrido nenhum erro médico mas isso terá que ser verificado. Fazer o que foi feito é que não.
Li há algum tempo que há milhares de erros médicos mas que é raro um médico ser responsabilizado pelos mesmos porque a Ordem dos Médicos actua como um verdadeiro sindicato, que não é, optando por proteger os seus membros a qualquer preço em vez de cumprir as suas verdadeiras funções.
Penso nisso quando vejo ordens profissionais a apoiarem greves que são feitas para reivindicar carreiras e aumentos de salários e regalias. Alguém com honra e vergonha vai ter que acabar com situações dessas. Penso que é possível conciliar os interesses dos doentes e famílias com os direitos dos médicos.
João Tiago
Figueiras Riscado

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