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Voto de reconhecimento a administradora da OurémViva

Empresa municipal vai ser extinta durante o corrente ano

Edição de 03.01.2018 | Economia

O executivo da Câmara Municipal de Ourém aprovou, por unanimidade, um voto de reconhecimento a Gisela Gomes Cid Simões, que foi administradora da empresa municipal OurémViva desde 1 de Janeiro de 2010 até dia 31 de Dezembro de 2017.
“Pelo trabalho desenvolvido na administração da empresa municipal proponho um voto de reconhecimento, desejando-lhe ainda os maiores sucessos pessoais e profissionais”, lê-se na proposta apresentada pelo presidente da câmara Luís Albuquerque na última reunião do executivo.
Tal como O MIRANTE noticiou recentemente, a empresa municipal OurémViva vai ser extinta durante 2018. Cerca de 130 funcionários serão integrados no município mas permanece incerto o destino de cerca de meia centena de trabalhadores.
O cronograma de extinção da empresa municipal OurémViva foi aprovado na reunião camarária privada de 18 de Dezembro. O presidente da Câmara de Ourém, Luís Albuquerque (PSD/CDS), tinha reunido dias antes com os funcionários da OurémViva para os colocar a par do futuro da empresa municipal.
“Esta reunião teve como base principal o relatório de auditoria feito pelo Tribunal de Contas, datado de Julho de 2016, que determinava a dissolução da OurémViva e a necessidade urgente de solucionar a questão uma vez que o Tribunal de Contas não concederia o visto prévio a qualquer contrato celebrado no ano de 2018”, explicou Luís Albuquerque em nota de imprensa.
Albuquerque explicou que a maioria PSD/CDS que gere o município delineou um plano de acção que será desenvolvido em três fases e que passa por duas fases de internalização de trabalhadores: grande parte dos serviços da empresa municipal vão ser transferidos para a autarquia, juntamente com cerca de meia centena de trabalhadores, no dia 1 de Março. A 1 de Junho vao ser internalizados mais 30 funcionários e respectivos serviços. Ficam a faltar os serviços que abrangem cerca de meia centena de trabalhadores e que se prendem com o funcionamento das Actividades de Tempos Livres (ATL) e a gestão e manutenção dos espaços culturais do município. O autarca vai abordar com o Tribunal de Contas a possibilidade de constituir uma nova entidade que abranja estas secções.

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