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Obras na escola de Almoster finalmente concluídas

Prazo para conclusão da empreitada arrastou-se no tempo e a Câmara de Santarém vai aplicar penalizações à empresa a quem foram adjudicados os trabalhos.

Edição de 03.01.2018 | Sociedade

As obras de reabilitação e ampliação da escola do 1º ciclo de Almoster estão finalmente concluídas, mais de meio ano após o prazo previsto no contrato da empreitada, que devia ter terminado em 6 de Junho de 2017. Durante a intervenção, os alunos tiveram aulas em contentores.
O presidente da Junta de Freguesia de Almoster, João Neves (PSD), expressou o seu desagrado pelo atraso na conclusão das obras e, na última sessão da Assembleia Municipal de Santarém, pediu ao presidente da Câmara de Santarém, Ricardo Gonçalves (PSD), para que sejam aplicadas ao empreiteiro as penalizações previstas no contrato.
Na resposta, Ricardo Gonçalves afirmou que a empresa já foi oficiada nesse sentido e que são alguns milhares de euros que terá de pagar. Segundo informação do município, o projecto de requalificação e ampliação da escola consistiu na construção de um novo edifício (ampliação) para albergar os alunos do 1º ciclo e na requalificação do edifício existente para o jardim-de-infância, ficando dividido em hall, sala de actividades e instalações sanitárias para o jardim-de-infância, duas salas de aula e instalações sanitárias femininas e masculinas para 1º ciclo, espaço polivalente, copa e instalações sanitárias para funcionários/professores. A empreitada foi adjudicada por 226 mil euros.

Escola de Casal da Charneca cedida à junta de freguesia
A Câmara de Santarém vai ceder à Junta de Freguesia de Almoster a antiga escola primária de Casal da Charneca, desactivada desde o ano lectivo 2015/2016. A proposta de protocolo foi aprovada na última reunião do executivo municipal de 2017 pela maioria PSD, tendo os quatro vereadores do PS votado contra.
A proposta partiu do presidente da Junta de Almoster, João Neves (PSD), que deverá depois orientar a cedência e utilização do espaço a outras entidades da zona, à semelhança do que aconteceu com as antigas escolas de Albergaria, Atalaia e Ponte do Celeiro, nessa freguesia.
O vereador Rui Barreiro (PS) considerou “excessiva a pressa” em disponibilizar “de imediato” uma escola que tem condições para funcionar caso haja algum problema com a escola de Almoster, a única actualmente em actividade nessa freguesia e que foi alvo de obras.
Na resposta o presidente da câmara, Ricardo Gonçalves (PSD), recordou a Barreiro que a escola de Albergaria está fechada há já algum tempo e acrescentou que o procedimento habitual é protocolar a cedência das escolas desactivadas com as juntas de freguesia e depois estas orientarem a sua utilização. “E também queremos evitar que a degradação avance devido ao espaço estar devoluto”, concluiu.
O protocolo tem um prazo de 10 anos e é renovável por iguais períodos. A junta de freguesia compromete-se a assegurar a manutenção do espaço bem como a suportar as despesas com água e electricidade.

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