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Governo injecta milhões no Hospital de Santarém e no CHMT para redução de dívidas

Edição de 17.01.2018 | Sociedade

O Governo injectou 13,3 milhões de euros no Hospital Distrital de Santarém e 8,1 milhões de euros no Centro Hospitalar do Médio Tejo através do aumento do capital estatutário dessas unidades de saúde. Esse montantes vão servir para pagar dívidas a fornecedores.
O conselho de administração do HDS salienta que este aumento de capital pretende satisfazer os “compromissos assumidos pelo Estado e pelo Hospital de Santarém no controlo da despesa reduzindo muito substancialmente o prazo médio de pagamento”. O aumento de capital do hospital, que com esta verba fica agora num total de 107 milhões de euros, foi decidido em despacho conjunto do Ministério da Saúde e do Ministério das Finanças. Para a administração hospitalar, esta decisão “reforça ainda mais” a capacidade de resposta do hospital às necessidades das populações que serve.
Em declarações a O MIRANTE, o administrador do hospital, José Josué, salienta que ao longo dos anos o Governo tem tido esta prática de modo a reforçar a capacidade e o equilíbrio financeiro dos hospitais. “Este reforço de capital estatutário visa garantir a sustentabilidade das entidades do Serviço Nacional de Saúde, através da melhoria da sua eficiência operacional, da melhor adequação de recursos disponíveis e a valorização do seu bom desempenho”, refere um comunicado do Hospital de Santarém.
Também o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) anunciou ter “em curso” um “aumento de capital estatutário, em numerário, de 8,1 milhões de euros”, um reforço que será utilizado “exclusivamente no pagamento de dívida vencida, por ordem de maturidade”.
Em nota de imprensa, o CHMT, que abarca as unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, refere que este aumento de capital, concretizado através da Direcção Geral do Tesouro e Finanças, permitirá “a redução sustentada dos prazos de pagamentos das entidades empresariais que integram o Serviço Nacional de Saúde e a diminuição do stock da dívida existente”.
O montante “traduz a aposta do Ministério da Saúde na sustentabilidade económica e financeira do CHMT, contribuindo para a expansão da sua actividade assistencial e reforçando cada vez mais a capacidade de resposta às necessidades na prestação de cuidados hospitalares à população”, refere o comunicado.

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