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Nova escola de Sardoal vai ser uma realidade em 2020
Miguel Borges

Nova escola de Sardoal vai ser uma realidade em 2020

A obra deverá arrancar num prazo de seis meses depois de o Tribunal de Contas dar luz verde à empreitada da Câmara de Sardoal.

Edição de 14.02.2018 | Sociedade

O presidente da Câmara de Sardoal, Miguel Borges, assinou no dia 7 de Fevereiro o contrato de empreitada para a construção da Escola Básica 1,2,3 e Secundária de Sardoal. Um investimento no valor de 4,1 milhões de euros, com um prazo de execução de dois anos e meio.
Miguel Borges disse a O MIRANTE que esta escola “é uma necessidade muito grande para toda a comunidade e que vai permitir a Sardoal ter uma escola digna do século XXI”. A escola de Sardoal tem actualmente 500 alunos, 60 professores e 35 assistentes operacionais que, como destaca o autarca, vão finalmente ter “condições dignas e adequadas para trabalhar”.
O autarca adiantou que a construção do estabelecimento escolar conta com o financiamento comunitário, cerca de 200 mil euros de comparticipação do Ministério da Educação e também investimento do município. O projecto já sofreu “algumas alterações, ficando cerca de 400 mil euros mais caro do que inicialmente previsto”, por isso a câmara vai pedir “a reprogramação financeira”.
A nova escola vai ser moderna, confortável e com melhores respostas para o sucesso da aprendizagem, garantiu Miguel Borges lembrando os tempos em que foi professor na escola, no final dos anos oitenta “Nessa altura percebi que o Sardoal merecia uma escola digna dos tempos modernos e com condições para servir a comunidade escolar”, conta.
A nova escola vai manter as actuais valências mas vai ter “salas e laboratórios mais modernos, um pequeno auditório, um espaço polivalente mais agradável, um espaço exterior desportivo, sendo mais ou menos da mesma dimensão”, explicou o autarca.
A obra vai ser feita por fases. “O edifício novo vai surgir sem que os edifícios antigos principais sejam demolidos para que as aulas continuem a funcionar” dentro da normalidade, adiantou Miguel Borges. No final da obra “será demolido o edifício onde hoje está o pavilhão polivalente, a cantina e o refeitório para dar lugar ao pavilhão gimnodesportivo, que vai servir também a comunidade, uma lacuna que Sardoal tem neste momento”.

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