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CCDR destaca papel de Fátima no desenvolvimento de territórios envolventes

Cidade é visitada anualmente por milhões de pessoas vindas de todo o mundo

Edição de 01.03.2018 | Economia

O Santuário de Fátima pode ter “um papel preponderante na estratégia de desenvolvimento dos territórios” que estão à volta da cidade e na região Centro, disse um responsável da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.
“Para além do que representa Fátima para os portugueses e para a população da região Centro, está já hoje assumido que Fátima pode ter um papel preponderante na estratégia de desenvolvimento dos territórios que envolvem o próprio município, seja a comunidade dos municípios do Médio Tejo, seja a região Centro, seja mesmo Portugal”, afirmou Jorge Brandão, o vogal executivo do Centro 2020 da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, na sessão de abertura dos VI Workshops Internacionais de Turismo Religioso.
Segundo este responsável, Fátima é “um activo da maior importância não só pelo que representa directamente no seu peso no número de visitantes e em número de dormidas, mas também em termos de actividade económica que gera localmente”. Por outro lado, “Fátima pode destacar-se por o que pode representar para o conjunto dos territórios que envolve”, frisou.
Jorge Brandão anunciou ainda a vontade de explorar as complementaridades do território, “seja o património natural associado às grutas, as ondas da Nazaré ou o Património da Humanidade simbolizado no Mosteiro de Alcobaça”.
O vogal do Portugal 2020 acrescentou que há ainda “muitos outros exemplos de rotas que poderão ser desenhadas, “seja com municípios próximos como Tomar, Batalha ou Coimbra, que são também locais Património da Humanidade, seja com territórios mais longínquos, por exemplo, associados a rotas de peregrinação a pé, de grande tradição em Portugal”.
O presidente do Turismo do Centro, Pedro Machado, destacou a “vantagem competitiva” para os territórios do Centro, porque Fátima é “um produto turístico que tem a capacidade de poder ser fruído ao longo do ano inteiro, mas também tem a característica de poder percorrer vários locais do Centro de Portugal”.
Para Pedro Machado, os nove milhões de visitantes que passaram por Fátima durante o Centenário não só evidenciam o Santuário como o “altar do mundo”, como tem um “efeito multiplicador que tem do posicionamento da marca Portugal e da marca Centro Portugal naquilo que é o turismo religioso a nível internacional”.
“Valorizamos o turismo religioso associado ao culto mariano”, afirmou Pedro Machado, lembrando que há também uma “aposta não apenas em produtos complementares como o caminho português de Santiago e das rotas associadas ao turismo religioso”, e também a “presença muito forte daquilo que é o turismo judaico”.

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