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Custou mas foi e a renovada escola de Almoster já funciona em pleno
Visita à escola decorreu em ambiente festivo

Custou mas foi e a renovada escola de Almoster já funciona em pleno

Câmara de Santarém assinala “ganhos” trazidos pela obra que durou mais de meio ano para lá do prazo previsto devido a divergências com o empreiteiro.

Edição de 01.03.2018 | Sociedade

O final da atribulada ampliação e requalificação da escola básica de Almoster, no concelho de Santarém, foi assinalado com pompa e circunstância no dia 21 de Fevereiro com uma visita às instalações, que, segundo a vereadora da Educação, Inês Barroso, representam “um ganho” para as crianças.
A escola, a funcionar há um mês, depois de vários atrasos na realização da obra, passa a reunir alunos que estavam dispersos por quatro estabelecimentos – a escola de primeiro ciclo agora renovada e o jardim-de-infância que funcionava numa sala cedida pela junta de freguesia, em Almoster, e duas escolas de primeiro ciclo nas povoações de Vila Nova do Coito e Casal da Charneca.
A obra, orçada em cerca de 250 mil euros, veio proporcionar “condições muito superiores” e “ganhos”, nomeadamente pedagógicos, pois em vez de turmas que reuniam os quatro anos de escolaridade em três estabelecimentos dispersos, passa a existir uma turma para alunos de primeiro e segundo ano e outra para alunos de terceiro e quarto ano, afirmou a vereadora e vice-presidente da Câmara de Santarém.
Inês Barroso referiu igualmente “o ga-
nho de tempo para as brincadeiras”, pela redução de deslocações a que as crianças estavam obrigadas uma vez que, no modelo anterior, a carrinha da junta de freguesia tinha de ir buscar os alunos para o almoço, que se fazia na sede da Associação Recreativa e Cultural de Almoster, o mesmo acontecendo para a frequência das actividades de enriquecimento curricular.
A escola, integrada no Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, tem actualmente 22 crianças a frequentar o pré-escolar e 22 o primeiro ciclo, tendo em conta que alguns dos alunos, sobretudo de Casal da Charneca, passaram para a escola da freguesia vizinha da Póvoa da Isenta.

Contestação dos pais e atraso nas obras
A decisão do município de requalificar o estabelecimento situado na sede da freguesia gerou, em 2016, o protesto de alguns pais de Casal da Charneca, que contestaram o projecto e a opção por módulos pré-fabricados durante as obras por entenderem que poderiam ser usadas as escolas entretanto encerradas.
Inês Barroso disse que divergências com o empreiteiro arrastaram a obra para lá do previsto, só tendo sido possível fazer a mudança no dia 22 de Janeiro, decorrendo a visita ao espaço quando este está já em pleno funcionamento e “humanizado” (com objectos e decorações já colocados por alunos e professores). O prazo de execução da empreitada terminava, segundo o contrato, em 6 de Junho de 2017.

Obras nas escolas da Portela das Padeiras e Vale de Santarém para breve

A vereadora Inês Barroso adiantou que, com as obras nas escolas básicas da Portela das Padeiras e do Vale de Santarém, “a iniciar o mais depressa possível”, o parque escolar do concelho fica “mais adequado às necessidades”, respondendo às situações que a Carta Educativa apontava como a necessitar de intervenção mais urgente.
Outras intervenções decorrerão na escola de Amiais de Baixo, a necessitar de obras “de vulto” na cobertura, e do Mergulhão, no espaço exterior e na segurança da circulação de peões, e em “melhorias que há sempre para fazer” em espaços exteriores de jogo e recreio, disse.

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