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Todos os distinguidos por O MIRANTE também recebem nota máxima das famílias

O MIRANTE quis saber se os prémios Personalidade do Ano, que distinguem o desempenho de cidadãos a nível profissional ou noutras actividades, também seriam bem entregues se o critério de avaliação fosse o seu empenho na felicidade e bem-estar das respectivas famílias. O que ouvimos foram elogios atrás de elogios.

Edição de 08.03.2018 | Especial Personalidades do Ano

“Fazia tudo o que nós gostávamos”

Inês e Vanda, filhas de Diamantino Duarte, Personalidade do Ano - Vida foram assistir à entrega dos prémios para apoiarem o pai e fazerem companhia à mãe, Júlia Duarte. Com 21 e 32 anos, tanto Inês como Vanda Duarte ainda se lembram das brincadeiras que tinham com o pai, sobretudo nas férias quando andavam de bicicleta juntos e jogavam com as raquetes na praia.“Ele fazia tudo o que nós gostávamos”, dizem, acrescentando que Diamantino Duarte, apesar de não ser muito rigoroso, ainda as chegou a pôr de castigo uma vez ou outra.
E se nos estudos o pai fazia questão de as acompanhar, sobretudo na disciplina de que ele mais gosta, que é História, já a nível dos namorados e na escolha dos cursos nunca foi de se meter. “Sempre gostei de matemática desde pequena e por isso enveredei por aí, mas o meu pai nunca me condicionou”, refere a filha mais nova.
Inês Duarte conta que quando era pequena costumava ir muitas vezes com o pai, quer aos Bombeiros Voluntários de Santarém como à Resitejo e que gostava de andar por lá a ver e a descobrir coisas enquanto ele estava ocupado.
“Ele durante as férias costuma levar trabalho para fazer mas durante a semana isso não acontece, embora leve muita coisa na cabeça para pensar. Nesse aspecto nunca desliga por completo”, revela a esposa. “Quando está muito preocupado com alguma coisa até costuma acordar a meio da noite”, revela.

Família de Vasco Estrela elogia o seu carácter

A mãe do presidente da Câmara Municipal de Mação, Lina Estrela, destaca a forte personalidade do filho como elemento fundamental para o seu bom desempenho como autarca. Idêntica opinião tem a única irmã do autarca, que foi Personalidade do Ano na área da Política, bem como o seu cunhado, Rui Silva.
Lina Estrela diz que o filho quando era rapaz novo era muito traquina e que só queria andar de bicicleta e jogar à bola mas acrescenta que sempre foi muito afectuoso. Confidencia que por vezes ele fala consigo sobre assuntos relacionados com a educação dos seus três filhos. “Eu ajudo no que posso. Vou buscar os meus netos à escola e acompanho-os também noutras situações”, diz a professora primária aposentada.
A irmã Gilda e o cunhado Rui também têm uma forte ligação a Vasco Estrela e dizem que ele sempre os ajudou em momentos difíceis e que procura fazer o mesmo com todos os seus munícipes. Como trabalham em Mação procuram ajudar Vasco em tudo o que é possível, sobretudo com os sobrinhos, visto que a filha de ambos já tem 27 anos e vida constituída.

“Ele organizou a vida profissional em função da família”

A esposa de Júlio Isidro diz que a vida agitada do marido interfere com a vida familiar moderadamente. “Se ele fosse anónimo teríamos uma vida mais tranquila mas ainda assim conseguimos gerir muito bem o nosso tempo”, explica. Quanto às abordagens de que o apresentador de televisão é alvo considera-as agradáveis. “As pessoas são muito afectuosas e esse afecto é bem recebido”.
Sandra Isidro é produtora de programas para televisão, o que lhe garante proximidade diária com o marido, mesmo em contexto de trabalho. Relativamente às filhas do casal, diz que tanto ela como o marido sempre foram pais muito presentes. “Ele conseguiu organizar a sua vida profissional em função da família”, conta.

Sónia Martins, esposa de João António, fala de proximidade

Sónia Martins, esposa de João António, presidente da direcção da União Desportiva Recreativa da Zona Alta, em Torres Novas, e professor de Educação Física, reconhece que o marido tem o seu tempo muito preenchido, tal como ela que é médica e que isso requer uma “boa gestão familiar”.
Sónia e João são pais de um menino com três anos que já pratica ginástica na Zona Alta e sempre que é possível estão juntos nas actividades da colectividade. Sónia também já foi atleta e dirigente da UDRZA e por isso compreende e valoriza a entrega do marido. “Quando nos empenhamos e gostamos do que fazemos envolvemos a família e tudo corre bem”, explica.

“O meu pai sempre foi muito carinhoso”

João Alexandre, filho mais novo do juiz Carlos Alexandre, acompanhou o pai à cerimónia dos prémios Personalidade do Ano e confirmou a O MIRANTE que a dedicação do juiz ao trabalho é inexcedível mas que lá em casa não é caso único.
“Ele está permanentemente contactável e atende sempre as chamadas mas já a minha mãe, que é funcionária nas Finanças, faz o mesmo e chega muitas vezes a ir aos fins-de-semana ao local de trabalho”, revela.
Com 19 anos e no segundo ano de Direito, diz que, ao contrário do irmão mais velho, engenheiro químico a trabalhar numa grande empresa da Póvoa de Santa Iria, costumava ir ao local de trabalho do pai. “Costumava ir lá e aproveitava para ver os livros que havia nas estantes. Talvez tenha sido por isso que escolhi o curso”, refere.
Acrescenta que o pai sempre procurou estar presente mas que quem mais o ajudava com os trabalhos da escola era o irmão mais velho.
“O meu pai sempre foi muito carinhoso. Gostava de nos dar um beijo de boas noites e nunca faltou a nenhum evento especial das nossas vidas, embora por vezes chegasse atrasado”, revela, acrescentando que não o obrigava, nem a ele nem ao irmão a fazer coisas como comer alimentos de que não gostassem muito. “Também nunca nos colocou muitas restrições a nível das novas tecnologias embora nós também não fossemos muito viciados nelas”.

“Leva-nos a andar de patins e jogamos ao Stop e ao Monopólio”

De sorriso nos lábios, Marta e Leonor Carvalho, as filhas da administradora da Águas de Santarém, Teresa Ferreira, dizem que apesar da mãe trabalhar muito arranja sempre tempo para brincar com elas. “Leva-nos a andar de patins e jogamos ao Stop e ao Monopólio”, dizem as filhas de 13 e 8 anos.
A frequentarem o 7º e o 3º anos de escolaridade, dizem que a mãe também arranja sempre tempo para as ajudar com os trabalhos escolares. “Estudo e depois a minha mãe costuma fazer-me perguntas e explica-me as matérias que tenho mais dificuldade”, adianta a mais velha. As duas referem que Teresa Ferreira sempre lhes impôs regras relativamente ao uso do computador e do telemóvel. “Ela sempre foi muito cuidadosa com isso”, diz Marta Carvalho.

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