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Subsídio para Centro Social e Paroquial da Branca gera polémica 

Edição de 21.03.2018 | Sociedade

O subsídio pontual que a Câmara de Coruche vai disponibilizar ao Centro Social e Paroquial Nossa Senhora da Conceição da Branca gerou polémica na última reunião do executivo municipal. Em causa está o pedido de ajuda da colectividade no valor de 259,76 euros para aquisição de dois ferros de engomar a vapor, uma frigideira, um tacho e um termómetro para medir a comida.
Segundo o presidente do município, Francisco Oliveira (PS), todas as colectividades recebem um subsídio anual, mas também subsídios pontuais. Neste caso, explica, esta instituição está, de facto, a passar por algumas dificuldades, pois o centro de dia tem pouca capacidade o que condiciona bastante a sua gestão financeira. “É por isso que estamos a tentar junto da Segurança Social que se possa ampliar ou deslocalizar aquele espaço já que não consegue receber todas as pessoas da Branca que queiram lá estar e são obrigados a irem para a Santa Casa da Misericórdia da Canha”, adianta o autarca.
Quem levantou o assunto foi a vereadora Liliana Pinto (PSD), dizendo que qualquer dia as colectividades não se preocuparão em fazer a gestão criteriosa do subsídio anual, pois sabem que podem pedir apoio à câmara e ela ajuda. “É por isso que devíamos rever algumas coisas, senão qualquer dia chegamos aonde?” questiona.
Da mesma opinião partilha o vereador Moreira da Silva (CDU), referindo que se as colectividades do concelho recebem um subsídio anual deveriam saber gerir bem o que a autarquia lhes concede.

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