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Comando da GNR abre inquérito a agressão no posto de Azambuja
Manuel Fitas diz que sofreu bofetadas e pontapés e que militares levaram-no para uma zona a quatro quilometros de onde ocorreu o acidente

Comando da GNR abre inquérito a agressão no posto de Azambuja

Condutor apresentou queixa contra três militares e já expôs situação ao ministro

Edição de 05.04.2018 | Sociedade

O Comando Territorial da GNR de Lisboa abriu um processo de averiguações sobre uma alegada agressão de três militares do posto de Azambuja a um condutor envolvido num acidente. A vítima, Manuel Fitas, residente em Casal de Baixo, concelho de Azambuja, apresentou queixa no posto de Alenquer e foi ao Hospital de Vila Franca de Xira para ser assistido.
A situação ocorreu na madrugada de 21 Março. Manuel Fitas, de 61 anos, ex-jornalista, reformado, conta a O MIRANTE que tinha estacionado o carro para deixar a esposa no trabalho, quando um camião chocou com a sua viatura. Uma patrulha da GNR, com três elementos, compareceu no local e mandaram Manuel sair da viatura. Como este não saiu, foi detido, algemado e levado para o posto, onde diz que foi agredido.
Manuel Fitas, que trabalhou no Primeiro de Janeiro e no Correio da Manhã, diz que sofreu bofetadas e pontapés e algum tempo depois foi levado pelos militares para uma zona a quatro quilómetros de onde tinha ocorrido o acidente. Teve de fazer o percurso a pé até ao carro. O alegado agredido enviou entretanto uma carta, ao comandante do posto de Azambuja e ao ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, na qual descreve a situação, pedindo justiça.

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