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Moradora de Vale de Estacas “engolida” por abatimento do passeio
Judite Martins caminhava para o trabalho quando o chão se abateu em Vale de Estacas

Moradora de Vale de Estacas “engolida” por abatimento do passeio

Vítima ia para o trabalho e ficou dentro de um buraco com quase um metro de profundidade

Edição de 12.04.2018 | Sociedade

Judite Martins caminhava para o trabalho no passeio da Rua Comandante José Carvalho, em Vale de Estacas, Santarém, quando o chão abateu debaixo dos pés, tendo ficado dentro de um buraco com quase um metro de profundidade. A situação aconteceu a poucos metros da residência de Judite e ficou a dever-se a uma ruptura numa conduta de água, que criou uma zona oca por baixo da calçada, que estava intacta. Quando a vítima, que foi assistida no hospital, pisou o local a calçada cedeu com o peso do corpo. A empresa Águas de Santarém enviou de imediato meios para o local para reparar o buraco.
A moradora tinha acabado de sair de sua casa, pelas 11h00, e ia a pé, como faz habitualmente, para o Centro Escolar Salgueiro Maia, no Jardim de Cima, onde trabalha na cantina. Caída no buraco com água e lama, Judite conseguiu telefonar para o marido, Rogério Martins, a pedir ajuda e este alertou as autoridades. A vítima foi assistida no local pelos bombeiros, que a transportaram ao hospital com escoriações na anca e nas costas. A PSP esteve também no local e tomou conta da ocorrência.
“Estava em Almeirim a trabalhar e, mal recebi o telefonema da minha esposa, fui ver o que se passava”, conta Rogério Martins dizendo que foi ele quem contactou com as autoridades e chamou a equipa de socorrismo que chegou rapidamente ao local. “Apesar do azar, foi uma sorte ter sido a minha mulher a cair e não a senhora que vinha atrás dela, com dificuldades de locomoção, apoiada em duas muletas. Se fosse esta senhora as consequências poderiam ser piores”, diz Rogério.
Rogério Martins não culpa a Câmara de Santarém nem a empresa Águas de Santarém, considerando que se tratou de um acidente, mas pede mais vigilância, alertando que “nesta rua passa muita gente para ir aos estabelecimentos comerciais, para a escola e até para a estação de caminho-de-ferro”.

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