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Catorze adegas de Aveiras de Cima abriram portas para a festa do vinho
O desfile etnográfico é um dos pontos altos do programa da Ávinho

Catorze adegas de Aveiras de Cima abriram portas para a festa do vinho

Décima quarta edição da Avinho - Festa do Vinho e das Adegas levou à vila muitos forasteiros, atraídos pelo programa de animação e pelos néctares e petiscos da região. Quanto à colheita deste ano os produtores dizem que a chuva prenuncia uma boa campanha.

Edição de 19.04.2018 | Economia

A freguesia de Aveiras de Cima, concelho de Azambuja, recebeu a décima quarta edição da Festa do Vinho e das Adegas, que decorreu nos dias 13, 14 e 15 de Abril. A iniciativa, da Câmara Municipal de Azambuja, em parceria com a Junta de Freguesia de Aveiras de Cima e Associação Vila Museu do Vinho, contou com vários momentos altos, como o desfile etnográfico “O Ciclo do Vinho”, o espectáculo de recriação “Um Dia N’Aveiras”, o concerto dos D.A.M.A e outros espectáculos musicais. Mas, aquele que atrai mais visitantes a Aveiras é o circuito pelas adegas, que durante três dias consecutivos permaneceram de portas abertas.
Para poderem participar nas provas vínicas e na degustação gratuita de petiscos, as pessoas tinham apenas que adquirir uma caneca de barro alusiva ao evento, por 2,5 euros, que podiam levar como recordação.
Com a arte de bem receber, os produtores de vinho e proprietários das 14 adegas participantes ofereceram o vinho das suas cubas e os petiscos estendidos sobre as mesas, a todos aqueles que por lá passaram. “Nestes dias, mais de 200 litros de vinho vão para dentro das canecas. Para não falar das centenas de fatias de pão, quilos de queijo e de febras que oferecemos para acompanhar”, disse José Mata, um dos produtores participantes, a O MIRANTE.
Colheita de 2018 está assegurada
Questionados sobre o impacto da queda intensa de chuva, que se fez sentir nos últimos meses, na colheita deste ano, os produtores garantem que “água em abundância até faz bem às cepas das videiras”. “São plantas muito resistentes que não se danificam com facilidade. Podem até estar submersas durante algum tempo, mas quando a água for toda absorvida voltam a estar impecáveis”, explicou o produtor António Mata, acrescentando que apenas se houvesse queda de granizo forte é que poria em causa a qualidade da colheita.
Dito isto, com as cepas bem regadas pela chuva que já caiu nas terras ribatejanas, da colheita de 2018 só se espera bom néctar, seja ele branco ou tinto. Melhor, só mesmo ir comprová-lo na décima quinta edição da Ávinho.

Catorze adegas de Aveiras de Cima abriram portas para a festa do vinho

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