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Centro Hospitalar do Médio Tejo quer acabar com o papel mas...

Edição de 19.04.2018 | O MIRANTE dos Leitores

Na feira social em Torres Novas o Centro Hospitalar do Médio Tejo apostou no slogan “Acabar com o papel” como escreve O MIRANTE mas eu notei que, pelo menos no sábado à tarde, quando lá estive, houve uma altura em que o sistema informático se tornou ineficaz. Não sei se por avaria se por estar demasiado lento.
O problema dos sistemas informáticos lentos e inoperacionais acontece recorrentemente nos hospitais do Centro Hospitalar do Médio Tejo e noutros hospitais e centros de saúde. Já este mês o Centro de Saúde da Golegã esteve sem informática, por exemplo. E há pouco tempo o Hospital de Santarém esteve sem sistema informático. E diariamente há pessoas (doentes e principalmente profissionais) a desesperarem com o mau funcionamento de alguns sistemas informáticos. A desesperarem e a perderem tempo e eficácia.
Os computadores e os sistemas informáticos são uma boa ferramenta, assim como os programas instalados nos serviços mas tem que haver investimento e vontade. Se um médico não consegue aceder à ficha de um doente. Se não consegue passar-lhe uma receita. Se o sistema está lento ou se o programa informático não teve em conta as necessidades de quem o utiliza e quer que quem o utiliza se adapte ao que foi feito, não vale a pena andar a apregoar a vitória das novas tecnologias sobre o papel. E já nem falo dos sistemas de segurança. É que naquelas bases de dados da saúde estão armazenadas informações muitíssimo importantes e altamente confidenciais.
Frederico Gustavo
C. Manso

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