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Câmara de Alcanena com resultado positivo pela primeira vez na história
Gestão da câmara de Alcanena teve um saldo positivo de um milhão e trezentos mil euros

Câmara de Alcanena com resultado positivo pela primeira vez na história

A execução orçamental da receita do município superou o valor previsto. Executivo decidiu pedir a suspensão do Plano de Saneamento Financeiro em vigor desde 2010.

Edição de 26.04.2018 | Sociedade

A gestão da Câmara de Alcanena teve um saldo positivo de 1 milhão e trezentos mil euros no ano passado. Pela primeira vez, a autarquia arrecadou mais receita do que previa, o que levou a presidente Fernanda Asseiceira (PS) a considerar 2017 “um ano atípico”.
Os bons resultados garantem o cumprimento do Plano de Saneamento Financeiro em vigor desde 2010, permitindo, de acordo com o Orçamento de Estado, requerer à Assembleia Municipal de Alcanena a suspensão da aplicação do plano.
No Relatório de Gestão 2017, aprovado pela maioria PS com os votos contra dos dois eleitos da oposição (PSD/CDS/MPT), destaca-se “o trabalho levado a cabo ao longo dos últimos 8 anos, que com determinação e rigor tem permitido atingir os resultados (…) sem comprometer a dinâmica municipal nas suas diferentes áreas de intervenção e o investimento”.
No relatório é apontada a “gestão séria e responsável dos dinheiros públicos” que se traduziu num saldo de gerência superior a 1,3 milhões de euros e uma execução orçamental da receita de 101,18%.
O documento mostra que houve uma redução do valor do endividamento líquido municipal no valor de 2 milhões 255 mil euros e uma redução da dívida relativa a empréstimos de médio e longo prazo em 1 milhão 648 mil euros, ficando em 2017 em cerca de 6 milhões e meio de euros. No final de 2017 a dívida total da autarquia baixou para os 7 milhões e 580 mil euros.

Oposição critica pouco investimento
Na apresentação das contas os dois vereadores da oposição criticaram as prioridades da gestão, que privilegiou o apoio a associações e não em equipamentos e infraestruturas, apontando o mau o estado da rede viária no concelho, que poderia ter sido uma opção prioritária.
A presidente da câmara, Fernanda Asseiceira, explicou que foi uma opção não fazer obras em ano de eleições e concluir apenas aquelas que já estavam em curso, para não ser acusada de eleitoralismo. A autarca sublinhou ainda que em 2017 o executivo reforçou a participação nos orçamentos municipais e planos plurianuais de investimento, através do Orçamento Participativo Jovem e de sessões de promoção da informação e da participação cívica.

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