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Grupo “Twist Stars” criado na Póvoa de Santa Iria nos anos sessenta voltou a tocar

Edição de 03.05.2018 | O MIRANTE dos Leitores

No Grémio Dramático Póvoense da Póvoa de Santa Iria foi recordado o grupo musical “Twist Star” que nasceu em 1965 na localidade. Foi uma matiné que começou com um almoço de convívio e que aconteceu a dez de Março. Foram revividas “histórias do passado” com os membros da fundação: o baterista original, Fernando, o Jaime Alves, guitarrista-solista, e o seu vocalista, Manuel Alves. Juntaram-se mais três instrumentistas ad hoc: Luigi Venturini (filho do Maestro Venturini), nas teclas, Afonso, no baixo e Tomé, na guitarra-ritmo.
Os Twist Star voltaram a tocar e a encantar, tantos os mais velhos como os mais novos. Foram exaltados os nomes dos saudosos Maestro François Venturini, manager e mentor deste projecto, e o guitarrista ritmo João Severino. Ao antigo baixista e também fundador Joaquim Rosado não foi possível comparecer, infelizmente, por questões de saúde.
Ficou também a saber-se, o que para muitos era um mistério. A verdadeira origem da nomenclatura “Twist Star” deveu-se ao facto de o Maestro Venturini ser amigo de Madalena Iglésias e a ter convencido a ser madrinha do conjunto. Como estava na moda os conjuntos Yé-Yé influenciados pela música pop anglo-saxónica dominante na altura, o twist, ela compôs esse binómio.
Durante o encontro esteve em palco Marco António, do grupo “Lucky Duckies”, que disse também ter sido influenciadso na sua carreira pelos Twist Stars. José Manuel Concha dos Conchas, agrupamento musical dos anos 50 e 60, não conseguiu estar presente fisicamente mas foi possível ouvi-lo cantar, em dueto com Marco António, através de um sistema amplificado de teleconferência, a canção que este lançou em 1962: “Sonhos”.
O acordionista Rafael interpretou dois temas e introduziu a banda de Vialonga, “Long Street”, que brilhou com recriações de temas dos Beatles. Seguiu-se a actuação do agrupamento da casa “Flor de Chá” com 13 elementos em palco e que presenteou os convivas com melódicas canções populares e o convívio terminou com Nuno Morais Duarte, teclista do produtor La Féria, e o Prof. Valdir Araújo com excelentes interpretações de La Chançon Française e le canzoni italiane dos anos 60 e 70 assim como de música tradicional africana.
Francesco Venturini

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