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Nem uma hora de redução de pena para criminosos reincidentes

Edição de 10.05.2018 | O MIRANTE dos Leitores

Os dois energúmenos que assassinaram, no dia 1 de Maio do ano passado, o taxista do Entroncamento apanharam 20 e 24 anos de prisão mas não irão cumprir a pena na totalidade. Na notícia é referido que um deles, chamado Américo Lopes, já tinha estado preso por outros crimes e que até a juíza desabafou dizendo que não tinha valido de nada.
Pelo que vou observando há pessoas que cometem um crime mas que se arrependem e após cumprirem pena e outras que sejam presas as vezes que forem, nunca se arrependem do que fazem e assim que ficam livres voltam ao crime.
Penso que tal situação será tida em conta quando chegar a hora de decidir sobre qualquer redução de pena. Quem, como este homem, não se arrepende, não deveria haver qualquer tipo de clemência. A pena deveria ser cumprida até ao último minuto.
Faço também uma observação sobre a indemnização civil que deveria ser paga pelos criminosos, à viúva e ao filho da vítima. É quase certo que ela não será paga. Nem pelos criminosos, nem pelas entidades oficiais a quem compete fazer esse pagamento (espero estar enganado). Os políticos, deviam estar atentos a estas situações porque já basta às famílias das vitimas terem perdido a sua companhia para sempre. Se for necessário alterar leis ou procedimentos isso deve ser uma prioridade.
Luís Feliciano Couveiro

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