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Viver Santarém com contas positivas mas parque aquático perdeu visitantes
Complexo aquático continua a ser a principal fonte de receita da Viver Santarém

Viver Santarém com contas positivas mas parque aquático perdeu visitantes

Empresa municipal registou no ano passado 154.266 utilizadores pagantes no complexo de piscinas, menos 22 mil que em 2016. Condições climatéricas adversas explicam os números.

Edição de 10.05.2018 | Sociedade

A empresa municipal Viver Santarém conseguiu pelo quarto ano consecutivo resultados operacionais e líquidos positivos e chegou ao final de 2017 sem dívidas a fornecedores. O complexo aquático municipal, muito procurado durante o Verão, continua a ser a mais importante fonte de receita.
O parque aquático teve 154.266 utilizadores pagantes em 2017, abaixo dos 176.639 registados em 2016. Uma situação explicada pela administração com as “condições climatéricas penalizadoras” registadas no último Verão, “quer pelo calor extremo quer pelo número de dias de céu encoberto”. A receita da bilheteira obviamente ressentiu-se, tendo caído para os 819.507 euros face aos 964.383 euros de 2016.
De referir ainda que os eventos organizados pela Viver Santarém em articulação com o município também registaram saldo positivo. As Festas de São José tiveram uma receita de 60.404 euros e uma despesa de 58.728 euros. O Festival Nacional de Gastronomia teve receitas de 292.076 euros e despesas de 291.984 euros.
A Viver Santarém, que gere os espaços desportivos pertença do município, apresentava, no final de Dezembro de 2017, um quadro de pessoal de 56 trabalhadores, 35 homens e 21 mulheres, tendo-se registado no ano passado uma percentagem de absentismo de 2,17%. No relatório e contas revela-se ainda que no ano passado a empresa gastou 57.457 euros com a manutenção, conservação e beneficiação de instalações.
No exercício de 2017, a Viver Santarém registou um resultado operacional de 38.791 euros e um resultado líquido positivo de 3.131 euros. A taxa de execução orçamental foi de 122,8% nas despesas e de 122,4% nas receitas. O orçamento da empresa para 2017 era de cerca de um milhão e 800 mil euros. De referir ainda que o subsídio à exploração atribuído anualmente pela Câmara de Santarém foi de 247.926 euros, menos 100 mil euros do que o concedido em 2016.

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