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Bombeiros de Salvaterra obrigados a reintegrar anterior comandante

Tribunal do Trabalho considerou ilícito o despedimento de Paulo Dionísio

Edição de 24.05.2018 | Sociedade

Os Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos foram condenados a reintegrar o anterior comandante, Paulo Dionísio. O Tribunal do Trabalho de Santarém considerou ilícito o despedimento do comandante, que entretanto foi substituído por Lurdes Fonseca, a primeira mulher comandante de bombeiros no distrito de Santarém. O que vem colocar um imbróglio se Paulo Dionísio pretender mesmo voltar às funções e não negociar a desistência.
A associação dos bombeiros foi ainda condenada a pagar as retribuições do ex-comandante desde 14 de Julho de 2017, com todos os outros direitos, como prémios de risco, o que até ao momento vai em cerca de 22 mil euros. Uma das situações que contribuiu para a decisão do tribunal foi o facto de os bombeiros não terem juntado aos autos o processo disciplinar movido ao comandante e assalariado da corporação.
Paulo Dionísio tinha sido empossado comandante dos Voluntários de Salvaterra de Magos no final de 2014. O operacional já tinha sido nomeado anteriormente mas antes de assumir as funções teve de frequentar um curso de quadros de comando, que este não possuía e que é uma exigência legal. Mas passados cerca de dois anos começaram a registar-se divergências entre a direcção e o comandante, que levaram inicialmente à sua suspensão enquanto trabalhador da associação, mas não enquanto comandante.

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