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Sessão sobre agravamento da insuficiência cardíaca e o papel da medicina preventiva
Graça Ferreira da Silva e Marisa Peres

Sessão sobre agravamento da insuficiência cardíaca e o papel da medicina preventiva

Iniciativa Sessões Clínicas promovida pela GFS – Serviços Médicos do Coração

Edição de 21.06.2018 | Economia

No dia 5 de Junho realizou-se mais uma Sessão Clínica promovida pela GFS – Serviços Médicos do Coração, a qual se dirigiu aos médicos na especialidade de medicina geral e familiar que prestam serviços no concelho de Santarém.
Contando com a participação da médica Marisa Peres, responsável pela Unidade de Insuficiência Cardíaca do Hospital de Santarém e colaboradora da GFS, a Sessão Clínica decorreu com base na apresentação e discussão da problemática da insuficiência cardíaca, com destaque para as novas formas de diagnóstico e de intervenção terapêutica.
A insuficiência cardíaca é uma patologia com prevalência crescente e está associada a significativa morbilidade e mortalidade, bem como a uma elevada taxa de readmissões hospitalares com enorme sobrecarga económica e assistencial do Sistema Nacional de Saúde. A incidência desta síndrome está fortemente correlacionada com a idade, estimando-se que seja de cerca de 1% aos 65 anos aumentando para cerca de 20% a partir dos 80 anos. É expectável que a sua incidência e prevalência continue a aumentar devido ao envelhecimento da população, à diminuição da mortalidade na fase aguda da doença coronária, ao aumento da prevalência de fatores predisponentes (diabetes mellitus, HTA, obesidade, etc.), e à disponibilidade de fármacos eficazes no prolongamento da vida dos doentes crónicos.
Os sintomas e sinais mais frequentes são o cansaço, a falta de ar e os edemas (inchaços) sobretudo das pernas. A dificuldade em desempenhar as tarefas diárias é uma das manifestações da insuficiência cardíaca. De notar que a insuficiência cardíaca avançada é mais maligna que a maioria das neoplasias mais comuns.
Face à relevância da temática, foi apresentado aos clínicos presentes um novo algoritmo de suporte ao diagnóstico da doença e das medidas terapêuticas ajustadas. Pretendendo-se partilhar conhecimentos e valorizar as experiências dos mesmos, foram igualmente colocados a debate alguns casos clínicos com vista a identificar as medidas certas a serem adotadas para sua resolução.
Com esta nova realização, “a GFS continuou a promover o enriquecimento de conhecimentos e a melhoria das práticas clínicas existentes em Santarém, proporcionando o contacto direto com os mais reputados especialistas e a análise das mais relevantes temáticas”, nas palavras da sua fundadora e diretora clínica, a médica Graça Ferreira da Silva.

Sessão sobre agravamento da insuficiência cardíaca e o papel da medicina preventiva

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