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Antigos viveiros florestais passam a ser geridos pela Câmara de Azambuja
Município vai criar no local um parque biológico e ambiental

Antigos viveiros florestais passam a ser geridos pela Câmara de Azambuja

Município passa a ser parceiro do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, para gerir espaços que estavam sem aproveitamento. Para além dos viveiros florestais também vai gerir o Centro Aquícola e a Mata Nacional das Virtudes.

Edição de 27.06.2018 | Sociedade

A Câmara Municipal de Azambuja e o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) assinaram no dia 20 de Junho um protocolo que visa a gestão em parceria das instalações dos viveiros florestais de Azambuja, do Centro Aquícola e da Mata Nacional das Virtudes.
O município compromete-se agora a desenvolver no espaço dos viveiros forestais um parque biológico e ambiental para o desenvolvimento de acções pedagógicas e de sensibilização ambiental. O protocolo é vantajoso para ambas as entidades, mas acima de tudo para todos os munícipes do concelho e visitantes, como explica Luís de Sousa (PS), presidente da Câmara de Azambuja. Para Rui Pombo, do Conselho Directivo do ICNF, o protocolo vem permitir dar uso a um espaço que não estava a ter qualquer funcionalidade.
O secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Miguel Freitas, presidiu à cerimónia e relembrou que os municípios têm um papel fundamental a desempenhar no ordenamento do território e na sensibilização para as questões ambientais. “Para o Estado, os municípios são um parceiro privilegiado na questão florestal e sempre que os colocarmos no centro das questões florestais estamos a dar um passo em frente”, disse a O MIRANTE.
Segundo o secretário de Estado, este espaço precisava de ser gerido e para tal foi preciso encontrarem o parceiro certo, que deve “ser sempre um parceiro público”, para que o espaço possa servir a população.
No dia da assinatura do protocolo, decorreu em simultâneo “Um Dia no Campo”, um evento promovido pelo município, assente em políticas ambientais, que juntou cerca de 1.300 crianças e idosos. Miguel Freitas salientou como é importante construir uma nova relação com a floresta, através deste tipo de iniciativas. “Precisamos de olhar a floresta de uma forma diferente e de educar a sociedade. Estou certo de que a Câmara de Azambuja vai desenvolver este espaço e geri-lo com proximidade, conhecimento e coloca-lo à disposição da população”, concluiu.

Antigos viveiros florestais passam a ser geridos pela Câmara de Azambuja

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