uma parceria com o Jornal Expresso

Edição Diária >

Edição Semanal >

Assine O Mirante e receba o jornal em casa
30 anos do jornal o Mirante
O que a festa brava precisa é de emoção

O que a festa brava precisa é de emoção

Rui Bento Vasques diz que Corrida de O MIRANTE no Campo Pequeno está feita para emocionar aficionados

Edição de 19.07.2018 | Cultura

O director de actividades tauromáquicas do Campo Pequeno considera que a segunda grande corrida de O MIRANTE nesta que é a mais importante praça de toiros do país, tem os ingredientes necessários para devolver a emoção aos aficionados. Rui Bento Vasques deposita grandes expectativas no espectáculo desta quinta-feira, 19 de Julho, às 21h45, que no entender do responsável pela tauromaquia do Campo Pequeno tem como parte central o concurso de pegas, no qual participam os grupos amadores da Chamusca, do Ribatejo e de Cascais, que vão ter de mostrar toda a sua garra perante toiros Pinto Barreiros.
Rui Bento Vasques realça que numa época em que é moda ser anti qualquer coisa, a tauromaquia continua a ser uma manifestação da cultura portuguesa. A este propósito conta que recentemente encontrou na capital o antigo jogador Oceano, que esteve no Sporting, e que estiveram a falar sobre o facto de ser anti qualquer coisa estar na moda. “Ele disse-me que está surpreendido com isto na sociedade portuguesa”, refere o director da tauromaquia da primeira praça do país.
Sobre as declarações do dono da ganadaria, Joaquim Alves de Andrade, que na edição passada criticou o facto de haver toureiros que querem toiros fáceis para não terem muito trabalho nem riscos, Rui Bento Vasques refere que quando se diz as coisas com esta frontalidade isso pode ser motivo de polémica. Salientando que quando um toiro é bravo e combativo, exige mais esforço e representa mais riscos para os toureiros, reconhece que o que a festa precisa é de emoção.
Para esta e qualquer corrida, o director de actividades tauromáquicas do Campo Pequeno espera sempre que uma corrida possa ser “o conciliar dos desejos dos ganadeiros e da arte dos toureiros”. Sobre o cartel, refere que este foi montado para que o espectáculo seja de grande nível, com três gerações de toureiros com garra, um Luís Rouxinol que tem experiência e dá espectáculo, um Filipe Gonçalves que tem subido a pulso na carreira e um Francisco Palha que tem mostrado características e capacidades para subir ao mais alto nível.

O que a festa brava precisa é de emoção

Comentários

Mais Notícias

    A carregar...