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Forcados de Cascais com sotaque alentejano
Grupo de Cascais é composto quase na totalidade por jovens alentejanos

Forcados de Cascais com sotaque alentejano

Edição de 27.07.2018 | Sociedade

O Grupo de Forcados Amadores de Cascais é composto na sua esmagadora maioria por jovens alentejanos de várias proveniências, como o cabo Paulo Loução, operador portuário em Sines e residente em Vila Nova de Milfontes, ou Ventura Doroteia, trabalhador agrícola de Beja, que venceu o prémio para a melhor pega da noite na segunda grande corrida de O MIRANTE no Campo Pequeno. Oriundos da vila costeira associada à aristocracia e ao turismo há apenas dois ou três elementos, segundo diz o cabo.
O que leva então um grupo de jovens alentejanos a divulgar nas arenas o nome de Cascais? “Defendemos o nome de Cascais com muita alegria e muito orgulho. Temos tido o apoio da Junta de Freguesia de Cascais, o que nos dá força para continuar”, diz Paulo Loução que lamenta já não haver corridas de toiros nessa vila desde que a praça foi demolida.

Um cabo de Cascais nos Amadores do Ribatejo
Curiosamente, oriundo do concelho de Cascais é Pedro Espinheira, cabo dos Forcados Amadores do Ribatejo, que é outro santo da casa que não faz milagres, tendo optado por envergar a jaqueta do grupo ribatejano em detrimento do grupo da sua terra.
“Foi onde senti o melhor espírito de grupo, onde me enquadrei mais com todos os elementos e foi onde me acarinharam da melhor forma. É aqui que me sinto bem”, explica o director comercial de 39 anos.

Forcados de Cascais com sotaque alentejano

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