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Movimento quer fim de portagens e mais qualidade nas urgências do Médio Tejo

Edição de 03.08.2018 | Sociedade

O Movimento de Utentes dos Serviços Públicos (MUSP) do Médio Tejo exigiu maior qualidade no serviço de urgência dos hospitais de Abrantes, Tomar e Torres Novas e defendeu a abolição de portagens na A23 e A13. A concentração da urgência do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) na unidade hospitalar de Abrantes “obriga à deslocação da população de toda a região para aquele hospital (…)” e, além de “grandes tempos de espera”, obriga ao pagamento de portagem para circular entre os três hospitais. Assim, o MUSP reivindicou a descentralização das Urgências, a realização das obras prometidas no hospital de Abrantes e a abolição de portagens na A23 e A13.
O MUSP, segundo o seu porta-voz, Luís Alves, “recolheu 10 mil assinaturas da população” da região, que “reclama pelo avanço das obras de requalificação da urgência em Abrantes e pelo reforço desse serviço nas urgências básicas de Tomar e Torres Novas, para um serviço de proximidade e aumento da qualidade da prestação dos cuidados de saúde”. As Comissões de Utentes da Região do Médio Tejo lançaram em Junho, e em simultâneo, um outro abaixo-assinado reivindicando a abolição de portagens na A23 e A13, e que foi subscrito ao longo daquele mês por 12 mil pessoas, segundo contas do MUSP. Os documentos com as reivindicações e assinaturas vão ser enviados ao primeiro-ministro.

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