uma parceria com o Jornal Expresso

Edição Diária >

Edição Semanal >

Assine O Mirante e receba o jornal em casa
31 anos do jornal o Mirante
Movimento “Fátima Escola para Todos” recolhe 6.220 assinaturas
Grupo de pais que integra movimento “Fátima Escola para Todos” entregou petição na Assembleia da República - foto DR

Movimento “Fátima Escola para Todos” recolhe 6.220 assinaturas

Petição que apela ao financiamento estatal de mais turmas nos três colégios de Fátima entrega petição na Assembleia da República

Edição de 10.10.2018 | Sociedade

O Movimento Cívico “Fátima Escola para Todos” conseguiu recolher 6.220 assinaturas numa petição em que apela ao financiamento estatal de mais turmas nos três colégios de Fátima com contrato de associação com o Estado, de modo a conseguir abranger todos os alunos que se encaixam nos critérios do Ministério da Educação. O grupo de pais entregou a petição na Assembleia da República na semana passada e vai agora ser analisada pela Comissão de Educação. Não se sabe, no entanto, quando o documento será discutido no Parlamento.
Recorde-se que o movimento cívico exige o aumento do número de turmas nos estabelecimentos de ensino em Fátima para acolher os alunos residentes e aqueles cujos pais ali desenvolvem a sua actividade. Nuno Prazeres, um dos elementos do “Fátima Escola para Todos”, disse a O MIRANTE, no início de Setembro, que cerca de uma centena de alunos ficou sem colocação nos três colégios privados de Fátima que asseguram o ensino no 2º e 3º ciclo e secundário, em regime de contrato de associação, devido à falta de ensino público a partir do 1º ciclo.
“Nos últimos anos e, sobretudo, neste ano lectivo, o número de turmas atribuído à área geográfica de Fátima não contempla a totalidade dos alunos que cumprem os critérios definidos por lei”, considerou Nuno Prazeres, que acrescentou que cerca de 100 crianças foram encaminhadas para Ourém, Caranguejeira ou Batalha, a mais de 15 quilómetros, para terem aulas. “O que pedimos é que sejam criadas as condições para que os alunos de Fátima e aqueles cujos pais trabalham em Fátima sejam colocados na sua área de residência e de trabalho, conforme diz a lei”, sublinhou na altura.
O movimento recorda que o concelho de Fátima é um caso específico, sem escola pública a partir do 1.º ciclo, que tem cerca de 15.000 habitantes e uma população flutuante diária na ordem das 25.000 pessoas devido aos trabalhadores dos vários sectores de negócio.

Movimento “Fátima Escola para Todos” recolhe 6.220 assinaturas

Comentários

Mais Notícias

    A carregar...

    Capas

    Assine O MIRANTE e receba o Jornal em casa
    Clique para fazer o pedido

    Destaques