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Margarida Ribeiro

Margarida Ribeiro

Psicóloga na creche “Fraldas de Fora”, 40 anos, Santarém

Edição de 25.10.2018 | Agora Falo Eu

Quando está a almoçar ou a jantar com a família ou amigos e há alguém que passa o tempo a consultar o telemóvel isso incomoda-a?

Claro que incomoda. À mesa é para estarmos em conjunto a comer e a conversar e não a mexer no telemóvel.

Como é para si um dia bem passado?

Um dia bem passado será aquele em que tudo me corre bem e com a minha família também.

Com que idade é que acha que se vai reformar?

O mais tarde possível. Gosto muito de trabalhar e, principalmente, gosto muito do que faço.

Já fez alguma viagem de férias a um país estrangeiro?

Já fiz uma viagem a Nova Iorque. A próxima vai ser à Turquia, por ter uma cultura diferente da nossa.

Acha possível virmos a sofrer atentados terroristas como os que acontecem noutros países?

Acho que sim visto sermos um país cada vez mais procurado para o turismo. Isso aumenta a probabilidade de um atentado.

É capaz de cantar um fado do princípio ao fim? Qual?

Sim, claro que sim, adoro cantar. O Fado do Estudante, por exemplo.

Lê as notícias em jornais ou prefere a Internet?

Prefiro a Internet porque é mais prático.

Em quantas localidades viveu até agora desde que nasceu?

Em duas, Santarém onde nasci e Lisboa onde tirei o meu curso.

O que é que lhe provoca um sono irresistível?

O cansaço. Quando estou muito cansada adormeço profundamente.

Consegue perceber tudo o que está escrito num contrato de um seguro ou de um empréstimo bancário, por exemplo? E tenta lê-los, ou limita-se a assinar e a esperar que tudo corra bem?

Nunca assino nada sem ler tudo e com muita atenção. Foi assim que o meu pai me ensinou desde muito cedo.

Sente que seria capaz de ser um boa primeira-ministra?

Penso que seria capaz de ser uma boa primeira-ministra porque tenho valores e capacidade de trabalho e sou séria, ao contrário da maior parte dos políticos.

Os programas de culinária da televisão abrem-lhe o apetite? E dão-lhe vontade de cozinhar?

Abrir o apetite talvez mas cozinhar não. Não gosto de cozinhar.

Este ano foi um bom ano para si?

Até agora o ano tem-me corrido bem e espero que o próximo seja maravilhoso.

Se lhe oferecessem bilhetes para a ópera ia ver, mesmo que fosse obrigatório usar roupa de cerimónia?

Ia de certeza porque adoro ópera.

Alguma vez pensou escrever um livro?

Nunca pensei escrever um livro porque não gosto de escrever. Prefiro falar.

Ainda tem tempo para tomar o pequeno-almoço em casa ou toma-o no café ao pé do emprego?

Tomo o pequeno-almoço sempre em casa com os meus filhos. Valorizo muito a hora das refeições.

A Justiça é mesmo igual para todos?

Acho que a Justiça não é igual para todos. É preciso ter dinheiro e um bom advogado e, infelizmente, às vezes há valores que ultrapassam a própria Justiça.

Quando andava na escola gostava mais de Português ou de Matemática?

Gostava mais de Português. Nunca gostei, nem gosto, de Matemática.

Tem alguma tatuagem ou já pensou em fazer uma?

Tenho tatuadas três estrelas que representam o meu marido e os meus filhos.

Margarida Ribeiro

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