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Funcionários públicos são culpados de elegerem e seguirem sindicalistas  

Edição de 26.12.2018 | O MIRANTE dos Leitores

Que me desculpem os professores em geral e nomeadamente aqueles que me calharam ao longo da minha vida académica e que, na maior parte dos casos eram bons ou excelentes professores. Actualmente verifico que quando se fala em professores, o que me vem primeiro à cabeça é a cara do Mário Nogueira da Fenprof - Federação Nacional dos Professores que, bem vistas as coisas, nem professor é porque não dá aulas e quando vai a alguma escola é só para preparar distúrbios.
Situação idêntica passa-se quando oiço falar em funcionários públicos. O que me vem logo à cabeça é o nome Ana Avoila que, muito sinceramente, nem sei quem é, de onde vem, ou o que faz para além de, tal como Mário Nogueira, andar há uma boa dezena e meia de anos a fazer declarações às televisões a anunciar greves e a criticar governos e ministros (qualquer governo e qualquer ministro, seja de que partido for).
Abreviando, porque há outras pessoas deste calibre a representar outros grupos profissionais da função pública, penso que os professores e os trabalhadores do Estado são em boa medida responsáveis por estarem a perder o respeito que lhes devemos e que seria justo terem, pelo facto de escolherem este tipo de “profissionais da contestação” para os representar e, fundamentalmente, por seguirem as suas ideias e propostas populistas e, algumas vezes, irresponsáveis.
Podem dizer-me que não tenho nada a ver com isso mas não é verdade. Para além de me interessar o bom funcionamento dos serviços, o meu interesse reside no facto de, como referi no início, não querer ver milhares de excelentes profissionais desrespeitados, só porque quem os representa não merece qualquer respeito.
Joaquim Duarte Pitornilho Tobias

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