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Falta de passadeiras é um perigo em Aveiras de Cima
Peões e automobilistas enfrentam diariamente situação de risco

Falta de passadeiras é um perigo em Aveiras de Cima

Apesar dos vários alertas dirigidos por autarcas à Infraestruturas de Portugal, a zona da rotunda do nó da A1 continua a não ter garantias de um atravessamento seguro.

Edição de 06.02.2019 | Sociedade

Na rotunda do nó da A1, em Aveiras de Cima, peões e automobilistas deparam-se diariamente com situações de risco devido à falta de passadeiras para atravessamento da estrada. A população contesta e a junta de freguesia concorda. Por sua vez, a Câmara de Azambuja já ali pintou passadeiras que entretanto foram retiradas por indicação da Infraestruturas de Portugal (IP), que tutela as estradas nacionais.
Isabel Patrício, uma moradora da zona, lamenta que ainda não tenham decidido colocar ali passadeiras. Encostada ao rail de protecção, aguarda pacientemente que um dos carros opte por parar. Para além da falta de passadeiras, em torno da rotunda também não há passeios que tornem a espera mais segura.
“Faço este percurso todos os dias, porque não tenho outra alternativa”, explica a
O MIRANTE. Diz que alguns condutores, mais conscientes, param para a deixar passar, mas outros assim que a vêem ainda aceleram mais. “Já me aconteceu um carro parar para eu passar e o de trás não se aperceber e fazer a ultrapassagem. Ia-me passando por cima”, lamenta Isabel Patrício.
As crianças que ali atravessam todos os dias para se deslocarem até à escola de 1º ciclo de Aveiras de Cima são outro motivo de preocupação. António Torrão (CDU), presidente da Junta de Freguesia de Aveiras de Cima, concorda que é preciso melhorar as condições de atravessamento dos peões naquela rotunda, que estão expostos ao risco de atropelamento, por falta de sinalização.
“A situação é antiga e continua por resolver. Já ali existiram, inclusive, passadeiras pintada por nós, câmara municipal, que foram mandadas retirar pela Infraestruturas de Portugal, porque estavam muito próximas da rotunda”, explica o presidente do município de Azambuja, Luís de Sousa (PS).
Na última reunião com a IP e o secretário de Estado das Infraestruturas, Guilherme d’Oliveira Martins, o presidente da Câmara de Azambuja voltou a evidenciar a necessidade de resolver aquele problema. Segundo Luís de Sousa, a IP, responsável por aquela estrada, vai avançar com um estudo para regular a localização de passadeiras nas proximidades da rotunda.
O MIRANTE contactou a IP, mas não obteve resposta até à data de fecho desta edição.

Falta de passadeiras é um perigo em Aveiras de Cima

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