Sociedade | 09-12-2004 11:32

Folclore de fato e gravata

Desenganem-se os que pensam que o folclore é divertimento de analfabetos. Nos ranchos da região há gestores, advogados, engenheiros e professores que trocam o fato e a gravata pelo traje ribatejano. Ao fim de semana, o director do Centro de Saúde de Torres Vedras despe o fato e a gravata e traja-se a rigor como um noivo de outros tempos no Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga. Carlos Agostinho, 48 anos, nasceu na freguesia de Assentis, concelho de Torres Novas, e vive em Vialonga há mais de 18 anos.O MIRANTE visitou alguns ranchos da região e encontrou gestores, médicos, advogados e engenheiros que se orgulham de ser folcloristas e que se irritam sempre que o folclore é tratado de forma depreciativa.Folclore de fato e gravataDesenganem-se os que pensam que o folclore é divertimento de analfabetos. Nos ranchos da região há gestores, advogados, engenheiros e professores que trocam o fato e a gravata pelo traje ribatejano. Ao fim de semana, o director do Centro de Saúde de Torres Vedras despe o fato e a gravata e traja-se a rigor como um noivo de outros tempos no Rancho Folclórico da Casa do Povo de Vialonga. Carlos Agostinho, 48 anos, nasceu na freguesia de Assentis, concelho de Torres Novas, e vive em Vialonga há mais de 18 anos.O MIRANTE visitou alguns ranchos da região e encontrou gestores, médicos, advogados e engenheiros que se orgulham de ser folcloristas e que se irritam sempre que o folclore é tratado de forma depreciativa.Mais desenvolvimentos na edição semanal de O MIRANTE.

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