Sociedade | 17-02-2005 12:45

População não quer coreto demolido

A requalificação da praça central de Alvega prevê a demolição do coreto ali erguido com o dinheiro da população. Os mais velhos não aceitam tal cenário. E o presidente da junta diz que “em Alvega mandam os alveguenses”.O projecto de recuperação da praça da República, em Alvega, concelho de Abrantes, desagrada a grande parte da população, porque com as obras irá desaparecer o coreto, tido como uma espécie de ex-libris da aldeia. Para outros o imóvel de pouco serve, dado que até a filarmónica vai ter a sua sede própria.Os mais velhos não querem nem ouvir falar da demolição do actual coreto. Uma construção octogonal um pouco desproporcionada para a dimensão da praça, mas que foi erigida com dinheiro da população.“Se eles deitam este coreto abaixo nunca mais constroem outro”, argumenta um grupo de habitantes a descansar à hora de almoço num dos cafés da praça, receando que a história não se repita. É que o actual coreto foi construído para substituir um outro demolido em meados da década de 60 do século passado.“Façam as obras mas não deitem abaixo o coreto, a maioria da população está contra”, avança Adelino Dias Ferreira, com o assentimento dos presentes. Rogério Madrinha reforça a pouca legitimidade que a câmara tem para derrubar o coreto quando grande parte dele foi feito com o dinheiro da população.Francisco Lopes, bastante mais novo, tem uma opinião diferente. O coreto pode lá ficar mas se as obras forem para melhorar está de acordo. “Para mim desde que seja para melhorar está bem feito”.O edifício que ocupa a parte central da Praça da República foi inaugurado em 1981, embora a sua construção tenha começado logo depois do 25 de Abril de 1974. Foi com esforço que a população conseguiu erguê-lo para que Alvega voltasse a ter um palco para a banda e para os artistas convidados por altura das festas ou outros acontecimentos.A requalificação da praça central de Alvega prevê a demolição do coreto ali erguido com o dinheiro da população. Os mais velhos não aceitam tal cenário. E o presidente da junta diz que “em Alvega mandam os alveguenses”.O projecto de recuperação da praça da República, em Alvega, concelho de Abrantes, desagrada a grande parte da população, porque com as obras irá desaparecer o coreto, tido como uma espécie de ex-libris da aldeia. Para outros o imóvel de pouco serve, dado que até a filarmónica vai ter a sua sede própria.Os mais velhos não querem nem ouvir falar da demolição do actual coreto. Uma construção octogonal um pouco desproporcionada para a dimensão da praça, mas que foi erigida com dinheiro da população.“Se eles deitam este coreto abaixo nunca mais constroem outro”, argumenta um grupo de habitantes a descansar à hora de almoço num dos cafés da praça, receando que a história não se repita. É que o actual coreto foi construído para substituir um outro demolido em meados da década de 60 do século passado.“Façam as obras mas não deitem abaixo o coreto, a maioria da população está contra”, avança Adelino Dias Ferreira, com o assentimento dos presentes. Rogério Madrinha reforça a pouca legitimidade que a câmara tem para derrubar o coreto quando grande parte dele foi feito com o dinheiro da população.Francisco Lopes, bastante mais novo, tem uma opinião diferente. O coreto pode lá ficar mas se as obras forem para melhorar está de acordo. “Para mim desde que seja para melhorar está bem feito”.O edifício que ocupa a parte central da Praça da República foi inaugurado em 1981, embora a sua construção tenha começado logo depois do 25 de Abril de 1974. Foi com esforço que a população conseguiu erguê-lo para que Alvega voltasse a ter um palco para a banda e para os artistas convidados por altura das festas ou outros acontecimentos.

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