Sociedade | 02-03-2006 11:04

Assaltos e vandalismo na lezíria

Várias propriedades agrícolas da Lezíria Grande de Vila Franca de Xira foram invadidas por assaltantes e vândalos que deixaram um rasto de destruição e desespero. A tranquilidade do campo deu lugar ao medo e à revolta de proprietários e rendeiros. A Lezíria Grande de Vila Franca de Xira vive num clima de desconfiança e revolta. As vítimas dos assaltos e vandalismo fazem contas à vida e temem novas investidas. Nalguns casos, os prejuízos não estão cobertos pelo seguro e há bens e memórias que nenhum dinheiro consegue pagar. Quem ainda não foi visitado anda com o credo na boca, temendo ser a próxima vítima dos assaltantes que, além de furtarem materiais, ferramentas, combustível e outros bens, vandalizam indiscriminadamente as instalações.A onda de assaltos começou em duas ganadarias, seguiram-se depois várias explorações agrícolas, isoladas na lezíria. Numa das visitas, os ladrões deitaram o fogo a um barracão que ficou completamente destruído. José Casquinha foi a ultima vítima conhecida da vaga de assaltos que está a varrer a Lezíria Grande de Vila Franca de Xira. A propriedade, localizada a poucos metros da Recta do Cabo, junto à antiga estalagem do Gado Bravo, foi assaltada na madrugada de 25 de Fevereiro. Do pavilhão onde guarda tractores e alfaias agrícolas, os ladrões levaram, uma moto 4 nova, que tinha adquirido dias antes, diversas ferramentas, uma máquina de soldar e três mil litros de gasóleo agrícola.Ao que parece, os meliantes entraram a pé na propriedade e arrombaram o portão do pavilhão agrícola. Depois procuraram os comandos do portão automático da propriedade, no interior de um pequeno escritório, o que facilitou a entrada de uma viatura nas instalações. Pela quantidade de combustível levado terão usado um depósito de razoáveis dimensões.

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