Sociedade | 23-03-2006 09:57

Piscinas enguiçadas no Entroncamento

O director das piscinas reconhece que são problemas a mais para um equipamento que só tem um ano.Prestes a comemorar um ano após a sua inauguração, as Piscinas Municipais do Entroncamento contam já com um considerável rol de problemas que não passam despercebidos. Os utentes queixam-se e os responsáveis apelam à compreensão. Porque a manutenção do equipamento sai cara e porque ainda se estão a limar algumas arestas. Desde o próprio funcionamento das instalações, à correcção de erros de projecto, ou à finalização dos arranjos exteriores.O primeiro contratempo surgiu pouco depois das novas piscinas terem sido abertas ao público. Em três meses rebentaram todas as caldeiras. Uma situação imprevisível causada por um erro de projecto e que antecedeu um sem número de percalços que têm tirado o sono ao director das Piscinas Municipais do Entroncamento.Vítor Frutuoso admite que “são problemas a mais para um equipamento que só tem um ano”. Mas garante que cada situação está a ser resolvida com a brevidade possível, sem prejuízo para os utentes.A zona envolvente ao edifício fica rodeada de um mar de lama sempre que chove. As obras para o parque de estacionamento e para os arranjos exteriores do complexo das piscinas começaram há menos de um mês e têm causado algum transtorno aos utentes, que criticam a sua morosidade. Por causa das deficientes condições do piso e porque não lhes agrada o facto de terem de se cruzar frequentemente com máquinas até entrarem na piscina.Uma situação que, segundo Vítor Frutuoso, deverá estar resolvida em breve: “Na altura em que se deram por terminadas as obras no edifício, não houve capacidade financeira imediata, por parte da autarquia, para avançar com os arranjos exteriores. Esperamos que dentro de duas, três semanas, se dê por terminada mais esta etapa”.Os problemas continuam para lá das portas das Piscinas Municipais do Entroncamento. As queixas quanto à temperatura ambiente do espaço explicam-se devido à incapacidade do sistema de tratamento do ar em fazer o aquecimento da nave da piscina. Como esse sistema não funciona correctamente, os utentes deparam-se, nos dias mais frios, com um choque térmico causado pela diferença de temperaturas entre a água da piscina e o ar. Um problema que só foi possível detectar com a chegada do Inverno e que deverá ser resolvido durante o mês de Setembro, altura em que as piscinas fecham para manutenção. Até lá, “os utentes já foram alertados para a situação e aconselhados a agasalharem-se após a saída da água”, explica Vítor Frutuoso.

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