Sociedade | 09-07-2008 13:08

Condenado a 19 anos e meio de prisão por morte violenta e profanação de cadáver

O Tribunal de Torres Novas condenou, esta terça-feira, Joaquim Narciso Rosa, um sucateiro de 29 anos, a uma pena de 19 anos e meio de prisão pelos crimes de homicídio qualficado, sequestro e profanação de cadáver. O colectivo de juizes, presidido por José Carneiro, condenou ainda o padrasto e um amigo do principal arguido pela co-autoria dos crimes de profanação de cadáver e favorecimento pessoal. António Figueiredo, 22 anos, foi condenado a uma pena efectiva de 2 anos e 7 meses de prisão. Já o padrasto do homicida, Joaquim Narciso, 72 anos, foi condenado a 23 meses de prisão com pena suspensa uma vez que dos três arguidos era o único que não possuía cadastro. Este último não esteve presente na leitura do acórdão por razões de saúde.O crime, para o qual o tribunal não conseguiu apurar o motivo, ocorreu a 8 de Março de 2006. A vítima mortal, Julião Maurício, 40 anos, residia na Brogueira e foi baleado à queima-roupa por Joaquim Rosa, seu conhecido, dentro do carro deste último, num descampado nas Terras Pretas, concelho de Torres Novas.

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