Sociedade | 26-07-2008 08:15

Municípios da região desfazem-se de quotas na Tagusgás

Alguns municípios da região que ajudaram a fundar a Tagusgás – Empresa de Gás do Vale do Tejo já decidiram não acompanhar o aumento de capital da empresa e estão a desfazer-se das quotas com que participaram no capital social aquando da sua fundação, em 1998. Na altura, 20 autarquias envolveram-se no projecto para ajudar a dar peso institucional ao projecto. Actualmente, com a empresa em velocidade de cruzeiro e controlada pelo Grupo Lena e pela Galp Energia, muitas autarquias decidiram abandonar o barco e vender as suas quotas. Participações que, diga-se, são irrisórias no universo accionista. A Câmara de Ourém vendeu as suas 1085 acções em hasta pública, com um valor base de 4,99 euros. A hasta pública ficou deserta mas entretanto a Associação Empresarial da Região de Santarém – Nersant aceitou comprá-las por esse preço, perfazendo um total de 5.414,15 euros. Actualmente, os outros accionistas estão a ser confrontados com propostas de exercício de direito de preferência para aquisição dessas acções, como mandam os estatutos. Os municípios já contactados têm rejeitado a compra. E não pretendem ficar por aí.Chamusca e Santarém, que também têm cerca de mil acções na concessionária da rede de gás natural, confirmaram a O MIRANTE que também estão a pensar alienar a sua quota no capital social. Alpiarça, por exemplo, já o fez.Notícia mais detalhada na edição semanal de O MIRANTE.

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