Sociedade | 29-07-2008 08:37

Conselho de Administração do CHMT quer averiguar origem de documento contestatário

Depois de alguns funcionários administrativos da Unidade de Saúde de Torres Novas terem sido interrogados a 10 de Julho, o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) estendeu a medida polémica às unidades de Abrantes e Tomar, nas últimas duas semanas. Os inquéritos, realizados a 17 e 24 de Julho, tinham como objectivo saber onde e através de quem teriam os funcionários tido acesso ao documento que em Maio correu os três hospitais, contendo diversas críticas ao conselho de administração, presidido por António Andrade. O documento começou por ser um abaixo assinado mas foi enviado à ministra da saúde como carta anónima, sem signatários. Apesar da contestação, ninguém assume a voz do descontentamento que começou a ganhar contornos mais evidentes nos últimos três meses.“Há falta de pessoal administrativo pelo que andam a deslocar pessoal, sistematicamente, de serviço em serviço causando problemas no bom funcionamento hospitalar. Há muito pessoal que mete baixa porque não está a aguentar a pressão o que só agrava o problema”, revela fonte ligada ao centro hospitalar. A mesma confirmou a O MIRANTE que a medida de inquirição já era aguardada nas outras unidades, uma vez que tiveram conhecimento do “infeliz episódio” que se passara em Torres Novas. Recorde-se que o documento contestatário chegou a ser afixado no interior das três unidades, reproduzindo-se em seguida e depressa chegou a todos os departamentos de serviço dos três hospitais que tomaram conhecimento do seu conteúdo. Mais desenvolvimentos na edição semanal

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