Sociedade | 02-05-2009 09:14

Jovens cada vez mais afastados da vida associativa de Vale do Paraíso

As associações de Vale do Paraíso estão a atravessar um vazio directivo. Os jovens não ligam à vida associativa e os actuais presidentes de direcção estão velhos e cansados. Os desabafos surgiram no dia da inauguração da Casa Colombo, que servirá de sede social a duas colectividades. O dia foi de festa com sabor agridoce para duas colectividades da freguesia de Vale do Paraíso, concelho da Azambuja. Se por um lado ganharam uma sede social reclamada há longos anos, por outro os dirigentes lamentam a falta de interesse dos mais novos pela vida associativa. Tanto no rancho folclórico como na associação de caçadores de Vale do Paraíso o lamento dos presidentes de direcção é igual: faltam jovens com gosto e dinamismo. Os velhos estão cansados e temem pelo futuro das colectividades que dirigem, porque não há ninguém que os queira substituir. Palavras de desânimo que O MIRANTE escutou no dia em que a Casa Colombo foi inaugurada pelo presidente da autarquia, Joaquim Ramos.“A nova sede é motivo de um grande orgulho, há muitos anos que lutávamos por ela, mas hoje em dia é complicado arranjar pessoas que se queiram comprometer na direcção e isso é muito triste”, lamenta a actual presidente da direcção do rancho folclórico, Maria Gonçalves. Para o presidente da direcção da associação de caçadores, que reúne mais de 150 elementos, vivem-se “dias tristes” quando “cada vez está mais difícil encontrar gente jovem para gerir estas casas”, refere Garcia Rodrigues. “Vou cá andar até poder, depois não sei o que acontecerá”, desabafa.Reportagem completa na edição impressa de O MIRANTE

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