Sociedade | 04-05-2009 16:20

Serviços de protecção civil concentrados no antigo edifício do CAE em Santarém

O Governo Civil de Santarém pretende requisitar o abandonado edifício do Centro da Área Educativa (CAE) da Lezíria do Tejo, na zona de S. Bento, em Santarém, para instalar os serviços distritais de protecção civil e o centro distrital de operações de socorro (CDOS). A intenção surge depois das Finanças terem desistido de instalar no local o serviço local de Santarém que funciona em más condições num rés-do-chão alugado na Rua Vasco da Gama no centro da cidade. O governador civil de Santarém, Paulo Fonseca, tem esperança que a situação de abandono do espaço seja provisória e que a solução seja implementada a curto prazo. A direcção distrital de Finanças já comunicou ao governo civil que já não pretende recuperar o edifício do CAE, porque entretanto surgiu a possibilidade da repartição local, à qual ocorrem em média 700 pessoas diariamente, vir a ocupar o edifício do antigo matadouro da cidade, numa parceria com a Câmara de Santarém, para onde está prevista também a instalação de uma loja do cidadão. Recorde-se que o concurso para a empreitada de requalificação do antigo matadouro municipal de Santarém está na fase de análise das propostas por parte do júri, com vista à adjudicação dos trabalhos. Só no que respeita à câmara de Santarém, estima-se que o investimento ronde os 700 mil euros. As obras no interior do edifício e respectivos equipamentos são da competência dos serviços do Estado.Os serviços do Centro da Área Educativa (CAE) da Lezíria do Tejo, na zona de S. Bento, em Santarém, foram desactivados em Julho de 2008. Desde essa altura que o espaço ficou ao abandono sem qualquer protecção e manutenção e já foi alvo de várias acções de vandalismo. A PSP de Santarém já apanhou três pessoas no interior do edifício que foram identificadas e está a decorrer um inquérito sobre a invasão de propriedade. A Polícia desconhece se foram roubados equipamentos nas instalações. Os agentes verificaram que tinha sido arrombada a porta e que existiam indícios que as instalações são usadas alegadamente para actividades ilícitas.

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