Sociedade | 12-05-2009 14:48

Passagem superior da estação de Vila Franca fechada por falta de soluções

A passagem superior pedonal sobre a linha de caminho de ferro na estação de Vila Franca de Xira vai continuar fechada até serem encontradas soluções para os acessos ao bairro avieiro e ao Jardim Constantino Palha. A garantia é da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, que travou em Abril as intenções da Refer em abrir o espaço ao público e estuda agora soluções para o local. Para que a passagem esteja aberta 24 horas por dia a Refer terá de colocar vigilantes no local. “O trabalho está parado e a divulgação à população tem de ser acertada connosco. Faltam resolver assuntos como a utilização dos parques de estacionamento da estação, a segurança e controlo da passagem superior, a supressão da entrada para o jardim, a passagem para o bairro avieiro e o corrimão lateral nas escadas de acesso”, enumerou a presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha. A autarca garante ainda que todas as outras passagens serão encerradas quando aquela entrar em funcionamento. O atravessamento da linha a partir do Jardim Constantino Palha naquele corredor está hoje condicionado ao horário daquele espaço de lazer, encerrado à noite, mas foi lançado concurso público para vigilância em Março, segundo apurou O MIRANTE.Junto da comunidade avieira a passagem superior pedonal sobre a linha do comboio oferece mais problemas que soluções. Rui Moreira, morador no bairro avieiro de Vila Franca de Xira, garante que a actual passagem de nível é “a única que existe para transportar o peixe nos carrinhos de mão até à vila, ir às compras ou tomar um café”. O munícipe duvida que seja permitida a utilização dos elevadores para o transporte de peixe. Para o presidente da Junta de Freguesia de Vila Franca de Xira, José Fidalgo, a situação da passagem superior tem solução à vista. “Precisamos de um desfecho favorável aos vilafranquenses, que lhes facilite a mobilidade no acesso ao rio e na realização de actividades no espaço do União Desportiva Vilafranquense”, reclama o autarca.Por resolver continua também o atravessamento rodoviário da linha de caminho de ferro, junto à antiga fábrica de descasque de arroz. O MIRANTE sabe que a Refer tem vindo a apresentar várias soluções técnicas para o local, que receberam até agora resposta negativa da câmara municipal.

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