Sociedade | 13-05-2009 13:56

Estradas de Portugal contrata empresa para reparar semáforos na zona de Sardoal

A empresa pública Estradas de Portugal (EP) anunciou que tem em curso o processo para contratar uma empresa que repare os semáforos avariados na variante à Estrada Nacional (EN) 2, na zona do Sardoal, bem como outras instalações semafóricas no distrito de Santarém. A avaria dos semáforos no cruzamento que dá acesso a Sardoal e Valhascos tem sido apontada pelo município de Sardoal como causa de alguns acidentes graves ali ocorridos nos últimos anos. O último registou-se a 14 de Abril quando morreram duas pessoas numa colisão entre dois veículos. Em resposta ao pedido de esclarecimentos enviado por O MIRANTE, a EP alega que “as instalações semafóricas instaladas na variante à EN2 estão sujeitas às avarias normais deste tipo de instalações, verificando-se nestas, com alguma frequência, quedas de tensão da energia da rede pública que as alimenta”. Situação que, segundo a empresa, “interfere com os sistemas de comando das instalações originando que fiquem na situação de intermitente e, por vezes, com avarias de maior significado”. Mas, ressalva a mesma fonte, “os cruzamentos da variante à EN2, que são regulados por sistemas semafóricos, dispõem de toda a sinalização vertical regulamentar”.O presidente da Câmara de Sardoal tem insistido junto de várias entidades para a necessidade de resolução do problema. Em carta enviada ao primeiro-ministro, em Abril último, Fernando Moleirinho (PSD), lembrava que a autarquia discordou desde a construção dessa via (entre 1993 e 1995) com a instalação de semáforos, defendendo outras soluções como passagens desniveladas ou até rotundas. Já na carta enviada à Estradas de Portugal, o autarca considerava intolerável que os referidos semáforos estivessem tanto tempo inoperacionais. “Aliás, em praticamente todos os cruzamentos desta via, existentes no território do concelho de Sardoal, o sistema semafórico funciona mal ou nem sequer funciona”, reforçava o autarca acusando a EP e outras entidades de “estarem ausentes deste grave problema”.

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