Sociedade | 20-05-2009 16:09

Coligação Pelo Futuro da Nossa Terra critica centro de dia de Alcoentre

A coligação Pelo Futuro da Nossa Terra considerou hoje que o Centro de Dia de Alcoentre, Azambuja, não é eficaz na poupança de energia e que a rampa de acesso não é adequada para os utentes.Apesar destes problemas, António Jorge Lopes, candidato à câmara da Azambuja pela coligação formada por PSD, CDS, PPM e Partido da Terra, admitiu que o empreendimento era necessário à freguesia de Alcoentre, explicando que a visita de alguns membros da coligação à instituição pretende “auscultar os problemas das instituições e ver o que de bom se tem feito no concelho”.António Godinho, candidato à assembleia municipal da Azambuja pela mesma força política, apontou a “rampa demasiado inclinada” e “a não poupança de energia” como os principais problemas do espaço.Luís Sousa, tesoureiro do Centro de Dia de Alcoentre, afirmou que o projecto foi aprovado pela Segurança Social, garantindo que “houve uma vistoria feita por um arquitecto da Segurança Social” e que a obra foi feita em conformidade com o projecto aprovado.“Só agora é que se começa a falar das questões energéticas e só agora é que o governo está a dar incentivos” para a promoção das energias verdes, afirmou Luís Sousa, também vereador socialista da autarquia.O tesoureiro da instituição adiantou à Lusa que o próximo passo é criar um lar para poder receber utentes a tempo inteiro, um objectivo que está dependente de apoios financeiros do Governo.“Agora estamos à espera que abram candidaturas governamentais para ver se conseguimos apoios financeiros para o lar”, disse Luís Sousa.O investimento de 625 mil euros para a recuperação do edifício (Palácio Conselheiro Frederico Arouca) e de 70 mil euros para a aquisição de equipamento foi totalmente financiado pela câmara da Azambuja.O Centro de Dia de Alcoentre, inaugurado a 4 de Maio, tem capacidade para 50 pessoas, servindo actualmente 15 utentes e estando inscritos mais 22.A equipa do Centro de Dia também presta serviços de limpeza e alimentação ao domicílio a 65 pessoas da freguesia, sendo que a Segurança Social comparticipa os gastos de apenas 60.

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