Sociedade | 10-09-2010 15:33

Quinze adegas do Ribatejo abrem as suas adegas ao público este fim-de-semana

Quinze produtores da região vitivinícola Tejo abrem este fim-de-semana as portas das suas adegas, numa acção de divulgação promovida pela Comissão Vitivinícola Regional (CVR) Tejo.Sob a designação “Portas Abertas do Tejo”, a iniciativa visa, segundo a CVR Tejo, dar a conhecer ao público como são produzidos os vinhos na região e proporcionar um “reencontro com a espectacularidade paisagística oferecida pelo rio Tejo”.A CVR Tejo prevê para este ano um aumento de 25 por cento na produção de vinho em relação à campanha de 2009, num total de 68 milhões de litros de vinho.Segundo Frederico Falcão, enólogo da Companhia das Lezírias, uma das empresas que adere às “Portas Abertas do Tejo”, a qualidade dos vinhos brancos deverá este ano “ser muito boa, superando mesmo os resultados obtidos no ano passado, em que já se tinha verificado uma boa colheita”.José Pinto Gaspar, presidente da CVR Tejo, sublinha que o Ribatejo “é uma terra de vinhos, de cavalos e campinos, mas também de castelos, mosteiros e igrejas que falam de história, de cidades e de vilas que foram paços reais e em que o rio Tejo foi preponderante, já que a sua navegabilidade possibilitava a deslocação frequente da corte”.Aderiram à iniciativa as adegas da Casa Cadaval, Fiúza & Bright, Casal Branco, Quinta do Casal Monteiro, Quinta da Alorna (todas de Almeirim), Sociedade Agrícola da Quinta da Lagoalva de Cima, Casa Agrícola Paciência e Pinhal da Torre (Alpiarça).Vale d’Algares (Cartaxo), Sociedade Agrícola João Teodósio Matos Barbosa e Filhos (Rio Maior), Companhia das Lezírias (Benavente), Quinta do Côro e Quinta Vale do Armo (Sardoal), Sociedade Agrícola de Vale de Fornos (Azambuja) e Escola Superior Agrária de Santarém são as outras adegas abertas ao público no fim-de-semana. A CVR Tejo candidatou o projecto de lançamento da marca Vinhos do Tejo no mercado nacional e internacional, um investimento da ordem dos 227 523 euros, ao Programa Sistemas de Apoio a Acções Colectivas, do Quadro de Referência Estratégico Nacional, contando com um financiamento de 170 642 euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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